Prejuízo ou lucro? Mileide Mihaile revela se fatura durante o período de Carnaval
A rainha de bateria da Unidos da Tijuca explicou como funcionam as parcerias firmadas ao longo do ano, que são intensificadas no Carnaval e ajudam a equilibrar os altos custos da folia
Mileide Mihaile conversou com o titular deste portal, Leo Dias, sobre o assunto do momento: o Carnaval. A rainha de bateria da Unidos da Tijuca revelou se apenas gasta ou se também lucra nessa época do ano.
O Carnaval virou um negócio porque, hoje em dia, as mulheres conseguem faturar nas redes sociais, com marcas que se associam a elas, por exemplo. A influenciadora e empresária iniciou a resposta, rindo: “O sonho não tem preço. Olha, a gente investe bastante. Eu não sei como é para muitas outras mulheres, mas eu, em específico, já trabalho com isso há 19 anos. Já tenho uma entrada, já tenho uma via de mão dupla com meus parceiros. Talvez isso faça com que eu lucre em um Carnaval que é uma coisa tão cara. Não é barato participar do Carnaval!”.
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“Marcas, assinantes, parceiros que já trabalham comigo há muitos anos. A gente faz aquele: ‘Olha, gente, agora vamos aqui’. Bora fazer as ações de Carnaval. Tem bebida, tem produto corporal, tem body splash, tem marcas novas de roupa. E aí a gente vai fazendo todas essas ações com assinantes que eu já tenho durante todo o ano. Eu puxei tudo para o Carnaval. Porque, se não fosse isso, com certeza essa conta não ia fechar”, completou.
A maranhense também é muito presente na época das festas juninas: “Você dividiu o seu ano em duas etapas: essa etapa Rio de Janeiro e tem uma etapa Nordeste, é isso?”, questionou Leo Dias. “Isso, senão, meu amor, a conta não fecha”, respondeu Mileide.
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