Morre Juarez da Tekpix, ícone dos comerciais de TV dos anos 2000 Caixinha sem freio: Zé Felipe fala de namoro, bebida, emagrecimento e não poupa haters Pedro Scooby descobre irmã que não conhecia durante disputa judicial envolvendo o pai Maraisa bate o martelo e já tem data para subir ao altar com Fernando Mocó
Morre Juarez da Tekpix, ícone dos comerciais de TV dos anos 2000 Caixinha sem freio: Zé Felipe fala de namoro, bebida, emagrecimento e não poupa haters Pedro Scooby descobre irmã que não conhecia durante disputa judicial envolvendo o pai Maraisa bate o martelo e já tem data para subir ao altar com Fernando Mocó

Izak Dahora vive Heitor dos Prazeres na Sapucaí e se divide entre o Carnaval e a TV

Ator interpreta o multiartista na fase madura do desfile da Vila Isabel e fala sobre ancestralidade, transmissão ao vivo e novo projeto com Edu Sterblitch e Tatá Werneck

Whatsapp telegram facebook twitter

*As informações contidas neste texto são de responsabilidade dos colunistas e não expressam necessariamente a opinião do portal LeoDias.

          Entre o maior espetáculo da Terra e os estúdios de televisão, Izak Dahora vive um momento de intensidade artística. Convidado para interpretar Heitor dos Prazeres na Sapucaí, o ator também gravou participação no novo programa de Edu Sterblitch e Tatá Werneck — e fala com exclusividade sobre essa fase que une ancestralidade, improviso e milhões de telespectadores. Convidado para viver o multiartista no desfile da Vila Isabel nesta terça-feira (17), Izak Dahora não esconde o peso simbólico da missão.

          “Senti muita honra! Porque eu sei da importância de Heitor”, afirma o ator, ao falar do convite para interpretar Heitor dos Prazeres na Avenida.

          E ele contextualiza: “Ele é descendente musical dos criadores do samba urbano do Rio de Janeiro e pilar das escolas de samba. Esteve na fundação de escolas como Estácio de Sá, Portela e Mangueira. Teve uma vida que é testemunho das práticas culturais afro-brasileiras e agiu em favor do reconhecimento da população e da cultura negra, em um Rio de Janeiro que era a capital do país e onde o racismo era violentíssimo”.

          Izak também chama atenção para outra dimensão do homenageado: “Fora a extraordinária trajetória dele como pintor, que eu abordo na minha tese de doutorado que defendi no ano passado. Então, as coisas estão conectadas – as visíveis e as invisíveis”.

          No desfile, ele viverá Heitor na fase madura, já consagrado como artista plástico, reconhecido nas Bienais Internacionais de São Paulo e como embaixador da cultura afro-brasileira no 1º Festival Mundial de Artes Negras, em Dakar. Já o músico Eryck Quirino representará o Heitor jovem, na segunda alegoria.

          A caracterização também carrega história. Heitor era múltiplo: cantor, compositor, percussionista, pintor, marceneiro, alfaiate e figurinista — e criava as próprias roupas.

          “A camisa que vou usar é inspirada em uma peça feita por ele e que existe até hoje! A roupa é tão elegante quanto ele e é puro samba!”, adianta Izak.

          Acostumado ao ambiente controlado das gravações, o ator define o Carnaval das escolas como algo singular. “O Carnaval das escolas é um teatro a céu aberto. É algo ao vivo, sem corte e com a particularidade de ser pra mais de 70 mil pessoas presentes, em palcos que se deslocam diante do público”.

          E compara com a televisão: “O ambiente de filmagem de novela/série é mais controlado. A carga emocional do desfile, com fogos, pessoas cantando, pulando, devolvendo aquela energia pra você na mesma hora dá uma emoção única”.

          Ao mesmo tempo, ele reconhece o desafio das câmeras: “Existe a cobertura televisiva – e dos celulares –, que leva a nossa performance para milhões de pessoas. Então, a atuação nesse desfile é também para as telas”.

          Paralelamente ao Carnaval, Izak também mergulha no humor. Ele gravou participação no novo programa de Edu Sterblitch com Tatá Werneck e adianta: “Eu uso uma peruca em cena, pra você ter ideia!”.

          Sobre a experiência, ele define: “Uma maluquice maravilhosa!”. E relembra o período em que estudou com Edu no Tablado: “O programa tem essa abertura pra improvisação, pro jogo teatral – sem perder a relação com câmera”.

          Ele também acaba de gravar participação na segunda temporada da série Volte Sempre, do Multishow, e resume o momento: “Estou adorando voltar a fazer humor!”.

          Esta será a terceira vez que Izak atua na Sapucaí. Mas ele evita tratar o espaço como algo fixo. “Não sei se posso considerar algo fixo porque na vida a gente nunca sabe o que vem adiante”, pondera.

          O que ele tem certeza é da dimensão simbólica: “Atuar no carnaval da escola de samba não é mera relação profissional. É um rito comunitário, cultural e ancestral”.

          E conclui com a imagem que talvez melhor defina a experiência: “Atuar naquela Avenida é algo que só o ator/atriz brasileiro que já pisou naquela pista sabe o que é. É único!”.

          Fique por dentro!

          Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga @leodias no Instagram.

          Agora também estamos no WhatsApp! Clique aqui e receba todas as notícias e conteúdos exclusivos em primeira mão.

          Whatsapp telegram facebook twitter