Jendal é rejeitado por Alika e arma golpe para tomar o trono em “A Nobreza do Amor”
Após rejeição da princesa, vilão vivido por Lázaro Ramos articula com ingleses para derrubar o rei na nova novela das seis da Globo
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“A Nobreza do Amor” terá sua primeira virada explosiva envolvendo Alika (Duda Santos) e o poderoso Jendal (Lázaro Ramos) nestes primeiros capítulos da nova novela das seis da Globo. Pressionada por um casamento arranjado para evitar uma profecia de traição ao trono, a princesa começa a se rebelar; e isso será o estopim para uma das maiores reviravoltas da trama.
Tudo começa quando Alika passa a ter sonhos recorrentes com um homem misterioso e levanta dúvidas sobre seu destino. Ainda assim, uma certeza se impõe: ela não quer se casar com o primeiro-ministro. Determinada, a jovem decide confrontar o pai, o rei Cayman II (Welket Bungué), e deixar claro que não pretende seguir com a união.
O que ela não espera é que Jendal apareça justamente no momento da conversa e tente desqualificá-la diante do rei. “Me parece que a princesa está tendo uma crise tardia de adolescência, Majestade. Mas não se preocupe, sou pai, sei como são essas coisas. E saberei domar, com meu afeto e proteção, esse espírito rebelde, quando ela for minha esposa”, dispara o vilão, em tom calculado.
A resposta de Alika vem imediata e afiada: “Isso não vai acontecer, Jendal. Nem você nem ninguém vai ‘domar esse espírito rebelde’”.
Diante do clima tenso no salão do trono, Cayman toma uma decisão definitiva. Apesar de reconhecer a lealdade do primeiro-ministro, ele decide priorizar a felicidade da filha e coloca um ponto final no acordo: “Eu desejei muito essa união, Jendal. Por todas as suas qualidades, e sua lealdade a mim, sempre acreditei que Alika não poderia ter esposo melhor. Mas você haverá de entender que nenhum acordo poderá falar mais alto, ao coração de um pai, que a felicidade de sua filha. Eu sinto muito, meu amigo”.
A recusa, no entanto, não será aceita com facilidade. Ferido em seu orgulho e ambição, Jendal transforma a rejeição em combustível para um plano ainda mais perigoso: tomar o poder de Batanga.
Nos bastidores, o vilão articula uma aliança com os ingleses e revela informações estratégicas sobre o reino. “Eu fiz de tudo para demover o rei dessa ideia, Mr. Campbell. Tudo o que estava em meu alcance como primeiro-ministro. Mais que isso… só se eu fosse o rei de Batanga”, afirma, deixando claro até onde pretende ir: “Aí, sim, eu poderia garantir todos interesses britânicos”.
Intrigado, o aliado estrangeiro questiona: “O que quer dizer com isso exatamente?”. Sem rodeios, Jendal escancara seu plano: “Que se puder contar com a ajuda de vocês posso derrubar Cayman do trono”.
A partir daí, a novela entra em modo de tensão máxima, com um golpe em curso e o destino de Batanga prestes a mudar; tudo após a decisão de uma princesa que resolveu não abrir mão da própria liberdade.
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