Marido de Flordelis nega cadeira de rodas, contradiz Polícia e confirma AVC na prisão Elis, uma das gêmeas brasileiras diagnosticadas com síndrome rara, morre aos 5 anos Cristiano Ronaldo corre risco de suspensão após abandonar concentração de Portugal
Marido de Flordelis nega cadeira de rodas, contradiz Polícia e confirma AVC na prisão Elis, uma das gêmeas brasileiras diagnosticadas com síndrome rara, morre aos 5 anos Cristiano Ronaldo corre risco de suspensão após abandonar concentração de Portugal

Opinião: “BBB 26” tropeça na própria produção e coloca credibilidade do jogo em xeque

Prova confusa, Big Fone inesperado e Sincerões sem impacto esvaziam paredão mais forte da temporada e inflamam a internet

Whatsapp telegram facebook twitter

*As informações contidas neste texto são de responsabilidade dos colunistas e não expressam necessariamente a opinião do portal LeoDias.

          Na coluna de segunda-feira (09), elogiei o “BBB 26”. E mantenho o que disse: o jogo engrenou, o elenco está entregando e o público voltou a se envolver. Mas — e sempre existe um “mas” — nem tudo são flores na casa mais vigiada do Brasil. Nos últimos dias, a produção conseguiu algo raro: tirar o foco do jogo e colocar holofote na própria condução do programa, que está sendo acusado de manipulação. O último erro foi a péssima dinâmica do Sincerão: chata, longa e sem propósito.

          O começo de tudo foi a prova para divulgar a transmissão da NFL. A dinâmica já tinha gerado estranhamento, mas o que realmente pegou foi a condução. Jonas tentou burlar as regras em prol do próprio grupo mais de uma vez. A produção interveio pontualmente, mas a sensação foi de que faltou firmeza. Em um reality desse porte, regra é regra — e precisa ser aplicada com clareza e consequência. Quando a intervenção parece tímida, abre-se espaço para questionamentos. E a internet, claro, não perdoa.

          Depois veio o Big Fone tocando “do nada”, em uma dinâmica que ninguém — nem público, nem participantes — sabia exatamente como funcionaria. Surpresa para jogador é ótima, mas surpresa para o público é perigosa.

          O mesmo valeu para o “Sincerinho” especial de sexta-feira (06). A ideia de quebrar a rotina pode ser interessante, mas o público precisa entender o que está em jogo. Quando a audiência não sabe a regra do jogo, ela começa a suspeitar do resultado. E aí nasce a palavra que nenhum reality gosta de ouvir: manipulação.

          Para completar, o Sincerão desta segunda-feira conseguiu ser o oposto do que prometia. No paredão mais forte até aqui, o programa entregou uma dinâmica longa, morna e sem grandes consequências práticas. Quem foi escolhido pelo público praticamente não ganhou nada de relevante no jogo, o que esvaziou o peso da votação. Em contrapartida, outros participantes acabaram mais beneficiados. O resultado? Sensação de falta de propósito.

          Não é que o programa tenha “virado uma bagunça”. O elenco continua forte e comprometido; e isso sustenta o “BBB”. Mas a produção precisa entender uma coisa básica: inovação não pode significar improviso. O público aceita surpresa. O que ele não aceita é falta de transparência.

          E quando a audiência começa a achar que as regras mudam no meio do caminho, a credibilidade entra em risco. O “BBB” sempre foi um jogo de estratégia, mas também de confiança. Confiança de que todo mundo — inclusive quem está do lado de fora — sabe qual é o tabuleiro.

          O “BBB 26” estava numa crescente. Ainda dá tempo de corrigir a rota. Mas é bom lembrar: quando a discussão sai dos jogadores e vai para a produção, algo está fora do lugar.

          Fique por dentro!

          Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga @leodias no Instagram.

          Agora também estamos no WhatsApp! Clique aqui e receba todas as notícias e conteúdos exclusivos em primeira mão.

          Whatsapp telegram facebook twitter