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Curto, especial de Hannah Montana entrega homenagem aos fãs e deixa gosto de quero mais

Mas o que a gente ainda quer mesmo é o closet de Hannah

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*As informações contidas neste texto são de responsabilidade dos colunistas e não expressam necessariamente a opinião do portal LeoDias.

          Há 20 anos atrás foi ao ar o primeiro episódio de uma série que mudou o mundo pop, influenciou muitas cantoras da atualidade e até desafiou a dona, a própria Disney. O Especial Hannah Montana, estreado nesta semana, entregou ao público uma reconciliação aberta entre Miley, Hannah e Disney. Com apenas 60 minutos de duração, serviu boas memórias, mas deixou os fãs desejando mais, após tantos ano de silêncio.

          Não é segredo para ninguém o quanto Miley e a empresa de entretenimento se desentenderam nos últimos anos de programa, diante da atitude considerada “rebelde”. Mas a boa filha (e a mais importante) a casa tornou, com tatuagens a mostra, um show especial para os fãs e uma música que homenageia quem esperou esse momento até hoje — até mesmo a própria Miley —.

          Veja as fotos

          Crédito: Disney
          Crédito: Disney
          Crédito: Disney
          Miley no especial de 20 anos de Hannah MontanaCrédito: Disney
          Reprodução
          Hannah MontanaReprodução
          Divulgação
          Divulgação
          Reprodução/Disney
          Miley Cyrus e Billy Ray Cyrus em "Hannah Montana"Reprodução/Disney
          Reprodução Airbnb/Disney
          Reprodução Airbnb/Disney

          A cantora falou abertamente no documentário sobre os crushes e amores que teve nos bastidores, as peças da personagem fictícia que a inspiraram e até o cabelo, que desta vez não era uma peruca, mas as madeixas reais de Miley.

          A volta ao estúdio levou emoção através da tela, apesar da participação do pai, Billy Ray Cyrus, ter sido nitidamente cortada na edição, para tentar deixar o momento mais leve; honestamente, o peso das brigas recentes dos dois ainda foi muito sentido do lado de cá.

          E se Hannah Montana influenciou tantos artistas pelo mundo, nada seria mais justo que chamar Sabrina Carpenter para o especial, que foi descoberta por um concurso de Miley, ao invés de Chappel Roan. Sem shade para a cantora de cabelos ruivos, mas sua participação foi muito mais deslocada do que seria com a Polly Pocket, que tem uma história atrelada ao show, de conhecimento público.

          Com apenas 60 minutos e cortes posteriores que não entraram na versão final, o espetáculo deixou gosto de quero mais nos fãs, mas ainda há espaço (ou é o que torcemos) para que extras sejam liberados. O encerramento com a música tão íntima, escrita como uma carta da versão mais nova de Miley, abriu suas fragilidades e relembrou aos próprios fãs que não importa o que aconteça, sempre haverá uma forma de encontrar seu caminho de volta para casa.

          Nota: 8,5/10

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