A trama abandona a modernidade e transporta o público para o interior da Inglaterra, em meados do século XIII. O roteiro acompanha um fazendeiro consumido por uma maldição implacável, interpretado por Aaron Taylor-Johnson. Em entrevista à Esquire, o diretor detalhou que o protagonista vive uma agonia profunda e enxerga no amor sua única chance de redenção.
Para os fãs da cultura pop, um aviso: esqueçam tudo o que o cinema recente ensinou sobre licantropia. Elementos consolidados em Hollywood, como o uso de balas de prata ou a transmissão da maldição por meio de mordidas, foram completamente descartados do roteiro.
A intenção de Eggers e de seu parceiro de escrita, o poeta islandês Sjón, com quem trabalhou em “O Homem do Norte”, é resgatar as origens do mito e retornar às raízes mais cruas da lenda.
Um set impiedoso e reencontros de peso:
Para dar vida a essa visão perturbadora, Eggers convocou talentos em quem confia de olhos fechados. O elenco marca o reencontro com estrelas de “Nosferatu”, trazendo Aaron Taylor-Johnson no papel principal, Lily-Rose Depp como sua esposa e o lendário Willem Dafoe na pele do implacável caçador da fera.
O time de atores conta ainda com Ralph Ineson, Ritchi Edwards, Jan Bijvoet e Bodhi Rae Breathnach. Nos Estados Unidos, o lançamento de “Werwulf” está marcado para 25 de dezembro de 2026. Já no Brasil, o aguardado longa deve chegar aos cinemas logo na sequência, com previsão de estreia para janeiro de 2027.