Tony Ramos revela bastidores e nova dinâmica de “Se Eu Fosse Você 3”
O astro abriu o jogo sobre a preparação para o terceiro filme da franquia e destacou a importância de abordar os papéis de gênero na sociedade com humor
A aclamada franquia que marcou o cinema nacional está de volta, mas com uma reviravolta que promete emocionar e arrancar boas risadas do público. Desta vez, em “Se Eu Fosse Você 3“, o personagem Cláudio (Tony Ramos) passa o bastão, ou melhor, o “raio” da troca de corpos, para a próxima geração da família, vivendo um novo desafio de maturidade ao lado de Helena (Glória Pires).
Durante a pré-estreia do longa, o ator Tony Ramos abriu o jogo em entrevista à repórter Fernanda Siccherolli, do portal LeoDias, sobre os rumos inéditos da trama. Duas décadas após as confusões que consagraram o casal, o foco agora se volta para a vida adulta da filha Bia (Cleo).
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“Fica preocupado, mas a própria mãe diz pra filha: ‘Vocês vão ter que resolver isso como nós dois resolvemos’. Na verdade, esse é o momento de reflexão do filme, né?”, explicou o ator. Ele também aproveitou para resgatar a essência que fez a franquia ser um fenômeno de bilheteria.
“Por que que essa comédia deu tanto certo? É simplesmente o homem se colocar no lugar da mulher e a mulher no lugar do homem e não ver tanta competição ou tanta injustiça ou tanta violência contra a mulher, não é? É refletir sobre o papel de cada um na sociedade com afeto, com carinho”.
Tony Ramos fala sobre o amadurecimento da história
Tony ressaltou que a escolha de não repetir a dinâmica da troca entre os protagonistas foi essencial para demonstrar o amadurecimento da história de forma genuína. “Se fosse mais um filme só nós dois trocando corpos seria engraçado, OK, mas nós queríamos uma coisa mais, que mostrasse que a família cresceu, já há uma neta quase adulta, não é? Então, como mostrar isso pro público com graça e o público refletindo, apesar do humor”, pontuou.
Outra curiosidade de bastidor envolve a preparação do elenco. Diferente das duas primeiras produções, que exigiram semanas de laboratório para que os atores aprendessem a imitar os trejeitos uns dos outros, o processo criativo deste terceiro longa fluiu de maneira diferente sob o comando da diretora Anita, que foi assistente de Daniel Filho nos sucessos anteriores e agora assina a direção.
“O preparo foi leitura, nós fizemos leituras”, revelou Tony. “Tivemos várias leituras, reflexões sobre o texto, como fazer aqui, como não fazer, aonde o nosso humor pode aparecer, em que momento deve aparecer… Mas não houve uma preocupação de ensaio um olhando para o outro. Bastava olhar o texto que tava tudo no texto”, concluiu o astro.
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