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Brasil vence Croácia por 3 a 1 e mostra força em último teste antes da Copa

Seleção reage, cresce com mudanças no segundo tempo e vê jovens assumirem protagonismo em vitória que reabre disputas internas

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          A Seleção Brasileira de Futebol derrotou a Croácia por 3 a 1, nesta terça-feira (31/3), no Camping World Stadium, e fechou sua participação na Data Fifa de março com vitória. O amistoso marcou o reencontro entre as seleções após as quartas de final da Copa do Mundo FIFA 2022.

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          O Brasil iniciou a partida com mais posse de bola, pressionando a saída croata e explorando principalmente o lado esquerdo do ataque. A movimentação ofensiva encontrou resultado ainda no primeiro tempo, quando Vinícius Júnior avançou em velocidade, superou a marcação e serviu Danilo, que finalizou com precisão para abrir o placar.

          Veja as fotos

          Reprodução/GE TV
          Igor Thiago comemora o golReprodução/GE TV
          Reprodução/GE TV
          Danilo comemorando o golReprodução/GE TV
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          Brasil x Croácia posicionados pro hino no amistoso
          Reprodução/GE TV
          Momento do hino da SeleçãoReprodução/GE TV

          A Croácia respondeu em momentos pontuais, mas encontrou dificuldades diante da organização defensiva brasileira e das intervenções do goleiro Bento. Antes do intervalo, o Brasil ainda criou novas oportunidades, parando em boas defesas de Dominik Livaković.

          No segundo tempo, o cenário se manteve equilibrado até a Croácia chegar ao empate, com Lovro Majer, após jogada pela direita e falha na saída do goleiro brasileiro. A partir daí, o jogo ganhou outro ritmo, especialmente com as alterações promovidas por Carlo Ancelotti.

          O Brasil voltou a liderar o placar após pênalti sofrido por Endrick e convertido por Igor Thiago. Já nos minutos finais, Endrick participou novamente ao iniciar a jogada que terminou com assistência para Gabriel Martinelli, responsável por fechar o marcador.

          Vini solto e a engrenagem ofensiva

          A atuação de Vinícius Júnior mostrou um papel mais livre dentro da estrutura ofensiva. Com mobilidade para atacar espaços, puxar marcação e acelerar transições, o atacante funcionou como ponto de desequilíbrio constante, criando situações que abriram o campo para o restante do setor ofensivo.

          Danilo e Luiz Henrique ganham força no cenário

          Danilo, do Botafogo, apresentou leitura tática, imposição física e presença ofensiva. Além do gol, mostrou conexão direta com Vinícius Júnior e participação ativa na dinâmica da equipe. Luiz Henrique, por sua vez, trouxe características de enfrentamento individual, controle de bola e capacidade de provocar a defesa adversária, sendo acionado com frequência.

          Ataque móvel e disputa por espaço

          Matheus Cunha participou com intensidade, movimentação e presença ofensiva, buscando espaços e tentando finalizações. João Pedro contribuiu com infiltrações em velocidade, trabalho de pivô e recomposição, mas encontrou dificuldades na finalização, parando em defesas de Livaković.

          A entrada de Endrick, Igor Thiago e Rayan alterou o comportamento ofensivo. Endrick participou diretamente dos lances decisivos, ao sofrer o pênalti e contribuir na construção do terceiro gol. Igor Thiago converteu a penalidade, enquanto Rayan também levou perigo em jogadas individuais.

          Defesa, meio-campo e ajustes

          No meio-campo, Casemiro exerceu função de liderança e organização, com participação na distribuição de jogo. A linha defensiva teve momentos de segurança, com destaque para Léo Pereira, enquanto Ibañez atuou de forma regular na lateral.

          Apesar do controle em boa parte do jogo, o sistema defensivo apresentou pontos de atenção, especialmente em situações de recomposição e saída de bola.

          Mudanças que transformaram o jogo

          As substituições realizadas por Ancelotti influenciaram diretamente o resultado. O Brasil ganhou intensidade, profundidade e capacidade de decisão nos minutos finais, transformando um jogo equilibrado em vitória construída com maior controle.

          O desempenho coletivo e as respostas individuais ampliam o leque de opções da comissão técnica na reta final de preparação para a Copa do Mundo.

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