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Caso Luiza Brunet: saiba o que a Justiça considera para indenizar vítima por danos morais

O empresário Lírio Parisotto foi condenado a pagar R$ 150 mil à modelo em caso de violência doméstica

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        Luiza Brunet se manifestou após a Justiça de São Paulo condenar seu ex-companheiro, Lírio Parisotto, a pagar R$ 150 mil por danos morais em um processo relacionado a violência doméstica. Nas redes sociais, a modelo questionou se o valor estabelecido é proporcional à gravidade do caso. Mas, afinal, quais critérios são considerados pela Justiça ao definir esse tipo de reparação? O portal LeoDias explica!

        Não existe um valor padrão para indenizações por danos morais. Cada caso é analisado individualmente, e o juiz considera fatores como a gravidade do ocorrido, os impactos físicos e emocionais causados à vítima, as circunstâncias da situação e a condição financeira de quem deverá pagar. A ideia é definir uma quantia que compense o sofrimento causado, levando em conta as particularidades de cada caso.

        Veja as fotos

        Crédito: Reprodução Instagram @luizabrunetoficial
        Luiza BrunetCrédito: Reprodução Instagram @luizabrunetoficial
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        Luiza BrunetCrédito: Reprodução Instagram @luizabrunetoficial
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        Luiza BrunetCrédito: Reprodução Instagram @luizabrunetoficial
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        Luiza BrunetCrédito: Reprodução Instagram @luizabrunetoficial

        Em suas redes sociais, Luiza destacou que o reconhecimento da violência pela Justiça representa uma vitória, mas ponderou que isso não significa, necessariamente, uma reparação justa. Além de enfrentar as consequências físicas e psicológicas da agressão, a modelo ressaltou os anos de disputa judicial, a exposição pública e os ataques à sua imagem.

        Luiza também destacou que, embora R$ 150 mil seja uma quantia expressiva para grande parte dos brasileiros, o montante representa pouco diante do patrimônio de Lírio. “Não se trata de colocar preço na dor. Nenhum dinheiro apaga uma agressão, devolve a tranquilidade perdida ou repara integralmente as marcas físicas e emocionais”, afirmou.

        O episódio aconteceu em maio de 2016, em Nova York, nos Estados Unidos. Na ocasião, a modelo sofreu quatro fraturas nas costelas e ficou com hematomas no rosto e em outras partes do corpo. O caso também levou à condenação criminal do empresário, cuja sentença se tornou definitiva em fevereiro de 2021.

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