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portal Leo Dias 1 ano
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Garçom de quiosque relata momentos antes de acidente de Kayky Brito

O ator foi atropelado na madrugada de sábado (2/9) enquanto atravessar a Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca, no Rio

O garçom Edivan Martins, testemunha do atropelamento do ator Kayky Brito, compareceu na tarde desta quarta-feira (6/9) à 16ª DP, na Barra da Tijuca, na zona Oeste do Rio de Janeiro, após ser intimado a depor sobre o caso. Em entrevista ao programa Fofocalizando, no SBT, o funcionário do quiosque onde o artista e o amigo Bruno de Luca estavam na madrugada de sábado (2/9), garantiu que os dois não pareciam alcoolizados. 

“Eu já estava no meu horário de sair, foi quando os dois chegaram, era mais ou menos 23h/00h, ai me pediram duas doses de vodkas, dois energéticos e sentaram atrás do quiosque, tem um deck grande lá, o Bruno chegou a tirar o sapato e ficou brincando lá, mas eles estavam normais, eles ficaram brincando, rindo, ainda brincaram comigo, ai consumiram seis doses de vodka e eu fiquei esperando até eles consumirem para me pagar, eles me pagaram, eu entreguei para dona do quiosque e fui trocar de roupa para ir para casa e nisso escutamos o barulho. O Bruno estava do meu lado, nisso ele gritou “/que isso?”/ alguma coisa assim e botou a mão na cabeça”, declarou o garçom.



Segundo Edivan, o motorista do aplicativo que atropelou o ator ficou bastante nervoso após o acidente, mas acionou os bombeiros, pediu socorro e ficou no local até o Kayky ser levado para o hospital.

“Eu corri e fui até o Kayky, aí foi chegando mais gente, ai o rapaz do Uber também ficou muito nervoso, ligou para o bombeiro pedindo socorro, ficamos lá até levarem o Kayky, 1h e pouco e depois eu fui embora”, contou.

Ele relata que Kayky estava com os olhos abertos e respirando quando foi socorrido, mas não conseguia falar.

“Ele não falava, ele estava com o olho aberto, respirando, mas não falava. Quando os bombeiros chegaram ficaram fazendo os procedimentos lá com ele, mas ele não falava nada”, relatou.

Ainda em entrevista ao Fofocalizando, na porta da delegacia, Edivan contou que não chegou a ver o momento em que Kayky foi até o carro, só notou que ele tinha saído do quiosque durante o atropelamento, quando viu ele voltando. 

“No momento em que ele vai para o carro, eu não cheguei nem ver, eu achei que ele estava ali mesmo com o Bruno, porque eles estavam indo do bar para o deck, ai quando eu vou lá para frente o Bruno vai e é quando a gente escuta o barulho e eu vejo que ele tinha ido p carro e estava voltando do carro”, disse.

Ele afirma que Bruno de Luca ficou bastante nervoso e estado de choque no momento do acidente e que não o viu mais após Kayky ser socorrido.

“Ele ficou muito nervoso, desesperado, de lá para cá, desesperado, quando eu voltei para o quiosque, uns 40 minutos depois, quando já tinham levado o Kayky, ele não estava mais”, concluiu.