Lenda do neo-soul, cantor D’Angelo morre em Nova York aos 51 anos
Grandes veículos de notícias dos Estados Unidos afirmaram que o artista lutava contra um câncer no pâncreas
Voz por trás do sucesso “Brown Sugar” e considerado uma lenda do neo-soul, o cantor D’Angelo faleceu nesta terça (14/10), aos 51 anos, em Nova York, nos Estados Unidos. Michael Eugene Archer, nome de batismo do artista, lutava contra um câncer de pâncreas e estava hospitalizado havia meses.
Segundo uma fonte da People, “ele ficou em cuidados paliativos por duas semanas, mas estava no hospital há meses”. O cantor era filho de um pastor pentecostal e começou a tocar piano com o pai aos cinco anos, depois de iniciar seus estudos com instrumentos aos três.
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O álbum de estreia de D’Angelo foi lançado em 1995 e acabou sendo um divisor de águas em sua carreira, conquistando o quarto lugar na parada de R&B da Billboard dos Estados Unidos. Além de ganhar disco de platina, o músico teve quatro indicações ao Grammy com o projeto.
O Grammy de Melhor Álbum de R&B chegou em 2000 com seu segundo disco, “Voodoo”, mas o sucesso não parou por aí. Apesar desses resultados positivos, a fama o levou a lutas pessoais contra o vício em drogas e álcool, resultando em problemas legais em 2005.
O artista sofreu um período de reclusão, só retornando ao estúdio em 2014 para lançar o terceiro álbum, o aclamado “Black Messiah”. Considerado uma obra-prima do neo-soul moderno, o disco liderou as paradas de R&B/hip-hop e rendeu mais um Grammy de Melhor Álbum de R&B.
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