Pepita comemora 43 anos e reflete sobre ser resistência no Brasil: “País que mais me mata”
A artista recebeu o portal LeoDias em sua festa de aniversário realizada na noite de quarta-feira (28/1)
Pepita comemorou a chegada dos 43 anos de idade em grande estilo na noite da última quarta-feira (28/1), em São Paulo. A artista recebeu o portal LeoDias, representado pelo repórter Eduardo Reis, em sua festa de aniversário e falou do novo ciclo. Ela aproveitou para comentar a importância de continuar sendo resistência no Brasil, que é apontado como o país que mais mata pessoas trans no mundo.
A influenciadora abriu o sentimento de alegria por estar completando mais um ano de vida. “Quando eu acordei, falei: ‘Caramba, eu consegui mais uma vez. Seja bem-vindo 43 anos’”, disse.
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Na entrevista, Pepita comentou a sensação de ser resistência como LGBTQIAP+ e conseguir enfrentar as estatísticas: “Eu acho que quando a gente tem a certeza do que a gente quer e a maneira que a gente quer, fica muito mais leve, do outro tentar me diminuir ou me oprimir e ele entender que eu sou o incômodo dele”.
A artista também falou da importância do Dia Nacional da Visibilidade Trans, comemorado nesta quinta-feira (29/1). “É muito louco. É o pais que mais me mata, mas também o que mais me consome para sexo. Parece que o jogo não bate e a gente não consegue entender o que está acontecendo”, declarou. Por fim, acrescentou: “É sobre isso: entender e compreender que a gente existe e sempre vai existir”.
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