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Priscila Fantin relembra papel em “Esperança” e revela impacto na carreira

Na trama de 2002, escrita por Benedito Ruy Barbosa, atriz contracenou com alguns dos maiores nomes da teledramaturgia, como Antonio Fagundes, Fernanda Montenegro, Raul Cortez e Walmor Chagas

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        Depois de estrear na televisão em “Malhação” (1999) e de atuar em sua primeira novela da TV Globo, “Filhas da Mãe” (2001), Priscila Fantin viveu Maria em “Esperança” (2002) – uma jovem italiana que enfrentava um amor proibido nos anos 1930. Em entrevista ao “Programa Flávio Ricco”, da LeoDias TV, desta terça-feira (2/9), a atriz conta que esse trabalho foi um divisor de águas em sua trajetória.

        Na trama de Benedito Ruy Barbosa, a personagem se apaixonava por Toni (Reynaldo Gianecchini), contrariando o pai, o fascista Giuliano (Antonio Fagundes), e planejava fugir para o Brasil com ele. “Foi um trabalho muito lindo, muito rico, cheio de camadas, e num momento em que eu estava entendendo o que era realmente atuar”, recorda.

        Veja as fotos

        Divulgação/Gianne Carvalho/TV Globo
        Priscila Fantin e Reynaldo Gianecchini foram os protagonistas de "Esperança"Divulgação/Gianne Carvalho/TV Globo
        Divulgação/Gianne Carvalho/TV Globo
        Priscila Fantin e Reynaldo Gianecchini foram os protagonistas de "Esperança"Divulgação/Gianne Carvalho/TV Globo
        Divulgação/TV Globo
        Priscila Fantin afirma que aprendeu a atuar em "Esperança"Divulgação/TV Globo
        Reprodução: Portal LeoDias
        Priscila Fantin e Bruno Lopes comentam boatos sobre BBB.Reprodução: Portal LeoDias
        Crédito: Reprodução Instagram @priscilafantin
        Priscila FantinCrédito: Reprodução Instagram @priscilafantin

        Para Priscila, a novela foi uma verdadeira escola, já que contracenou com alguns dos maiores nomes da teledramaturgia. Além de Fagundes, esteve ao lado de Fernanda Montenegro, Raul Cortez (1932-2006) e Walmor Chagas (1930-2013). “Eu era muito crua, atuava muito mais pela intuição do que por qualquer técnica. Não tinha estudado ainda. Achava que não tinha o estofo emocional para a personagem, a bagagem que ela pedia”, confessa.

        Ela lembra ainda do peso dramático da Maria, uma jovem partigiana que lutava contra o fascismo. “O pai dela era fascista, e ele seria o Antonio Fagundes (…) Nossa! Tive muitas cenas incríveis com Osmar Prado. Falei para o Luiz que não sabia se daria conta de fazer. Queria, mas não sabia se conseguiria. Aí ele falou: ‘Você confia em mim? Então vamos nessa’. Me entreguei totalmente, de corpo e alma, e a direção dele me levou a colocar para fora coisas que eu nem sabia que era capaz”, conta.

        Segundo a atriz, foi em “Esperança” que realmente aprendeu a atuar. “Foi um trabalho onde aprendi, de fato, a interpretar uma personagem muito distante da minha realidade. Até então, a Tati e a Joana, que fiz antes em ‘Filhas da Mãe’, eram meninas contemporâneas, com dilemas parecidos com os meus. Já a Maria engravidava, fugia de casa grávida, paria numa gruta. Era uma carga dramática que eu achava que não tivesse, e descobri que podia fazer também”, finaliza.

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