Lito Sousa recebe remédio experimental e esposa desabafa: “O que nos resta é torcer” “Avenida Brasil 2”: Globo revela enredo e traz Carminha em busca de redenção; saiba tudo
Lito Sousa recebe remédio experimental e esposa desabafa: “O que nos resta é torcer” “Avenida Brasil 2”: Globo revela enredo e traz Carminha em busca de redenção; saiba tudo

Alerta climático: agência dos EUA confirma chegada do El Niño ao Brasil

Com o Pacífico aquecido, cientistas monitoram a possibilidade de um "Super El Niño". Evento se soma ao aquecimento global e promete bagunçar as temperaturas em todas as regiões do país

Whatsapp telegram facebook twitter

          O tão temido e esperado veredito climático acaba de sair. Nesta quinta-feira (11/6), a Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) bateu o martelo e declarou oficialmente o início do El Niño. O fenômeno, marcado pelo aquecimento atípico das águas do Oceano Pacífico Equatorial, já estava no radar dos meteorologistas há meses.

          Por outro lado, a grande questão que tira o sono dos especialistas agora é outra: será que a atmosfera responderá com força suficiente para transformar essa anomalia em um evento de proporções recordes? A chegada do El Niño funciona como um interruptor que desregula o padrão de chuvas e temperaturas em todo o país.

          Veja as fotos

          Crédito: Reprodução Pexels
          Clima El NiñoCrédito: Reprodução Pexels
          Crédito: Reprodução Pexels
          Clima seco no El NiñoCrédito: Reprodução Pexels
          Crédito: Reprodução Pexels
          El Niño foi confirmadoCrédito: Reprodução Pexels

          Segundo informações do G1, como cada região reage de uma forma específica, o mapa climático brasileiro fica dividido e sujeito a extremos:

          • Região Sul: o alerta máximo é para o excesso de água. O volume de chuvas costuma disparar, elevando consideravelmente o risco de enchentes, transbordamento de rios e temporais mais agressivos;

          • Norte e Nordeste: o cenário é o extremo oposto. As precipitações tendem a despencar, o que agrava os períodos de estiagem e impacta severamente o abastecimento hídrico e a agricultura local;

          • Sudeste e Centro-Oeste: o tempo fica instável e mais imprevisível. Os moradores podem se preparar para um aumento na frequência de dias muito quentes, chuvas mal distribuídas (em formato de pancadas) e um comportamento totalmente atípico das frentes frias.

          O fantasma do “Super El Niño” e o aquecimento global

          Embora o El Niño seja um evento natural que costuma dar as caras em intervalos de dois a sete anos, o cenário de 2026 acende um alerta vermelho por conta das mudanças climáticas. O planeta já está lidando com temperaturas altíssimas. Quando esse aquecimento oceânico se soma a um mundo já “febril”, o resultado é um combo perigoso que potencializa desastres.

          A comunidade científica acompanha os termômetros de perto para descobrir se a anomalia atual evoluirá para um temido “Super El Niño”. Esse termo informal é usado para classificar episódios de intensidade assustadora, semelhantes aos que devastaram colheitas, afetaram reservatórios e inflacionaram o preço dos alimentos em 1982, 1997 e 2015.

          Fique por dentro!

          Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga @leodias no Instagram.

          Agora também estamos no WhatsApp! Clique aqui e receba todas as notícias e conteúdos exclusivos em primeira mão.

          Tags:,
          Whatsapp telegram facebook twitter