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Estudante é denunciada por colegas após torrar R$77 mil de formatura em apostas

Segundo uma das vítimas, a colega era muito engajada na organização da formatura e não levantou nenhum tipo de suspeita

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          Uma estudante de Direito foi denunciada por seus colegas de turma após gastar quase R$77 mil – dinheiro que seria utilizado para a formatura – em apostas online, especificamente, o “jogo do tigrinho”. O caso ocorreu na Unidade Central de Educação Faem (UCEFF), em Chapecó, Santa Catarina. O valor, segundo as vítimas, estava sendo guardado pela turma há três anos.

          Uma das vítimas, Nicoli Bertoncelli, relata que a colega confessou ter gasto todo o dinheiro um mês antes da formatura, que estava prevista para o dia 22 de fevereiro. “Eu perdi todo o dinheiro da formatura. Me viciei em apostas online, Tigrinho e afins, e quando perdi todo o dinheiro que eu tinha guardado, comecei a usar o da formatura para tentar recuperar. E aí, cada vez mais fui me afundando no jogo”, confessou a estudante em um grupo de aplicativo de mensagens.

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          Arquivo pessoal
          Estudante é denunciada por colegas após torrar R$77 mil de formatura em apostasArquivo pessoal
          Arquivo Pessoal
          Estudante é denunciada por colegas após torrar R$77 mil de formatura em apostasArquivo Pessoal

          “Sei que o dano emocional e a frustração causado a todos é irreparável, porém o dano financeiro será devolvido todo o valor para cada um, mas no momento não tenho como pagar, irei encontrar uma forma de devolver esses valores”, completou ela.

          Segundo Nicoli, a própria colega se voluntariou para assumir a organização da formatura, sendo nomeada presidente da comissão de formatura da turma. Com isso, os colegas depositaram o dinheiro ao longo de três anos na conta da suspeita. De acordo com Nicoli, a estudante sempre demonstrou estar engajada na organização da formatura: “A gente não desconfiou de nada porque, desde o início, ela sempre foi muito assim: ‘vou atrás, vou fazer'”, contou.

          A turma registrou um boletim de ocorrência. A Polícia Civil instaurou um inquérito em duas linhas de investigação: apropriação indébita ou estelionato. Segundo o B.O, a turma adiantou o pagamento de R$2 mil à empresa responsável pela formatura ao fechar o contrato. O restante do dinheiro, R$ 76.992,00 mil, deveria ser pago em dezembro de 2024, o que não aconteceu.

          A empresa tentou diversos contatos com a presidente da comissão e, sem sucesso, contataram a turma em janeiro, alegando que ela não tinha pago o valor devido em dezembro. A Polícia Civil informou que encaminhou representação à Justiça para rastrear e, se possível, recuperar o valor supostamente desviado.

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