Guga, do tênis, tem apartamento na Praia da Brava no mesmo prédio que suspeitos da morte de Orelha
Além disso, síndica do condomínio Águas da Brava, onde "moravam" os adolescentes suspeitos de maus tratos a animais, teria abafado o caso
*Essa reportagem foi produzida em colaboração com a jornalista Patrícia Calderon
O portal LeoDias descobriu que o tenista Gustavo Kuerten, 49 anos, conhecido como Guga, tem uma cobertura na cidade Praia da Brava, em Santa Catarina, no prédio Águas da Brava. Este é o mesmo local onde jovens entre 14 e 17 anos, suspeitos de maus-tratos a animais como Orelha e Caramelo, estavam hospedados na época das agressões.
Segundo a polícia, estes jovens se encontraram para comemorar as festas de fim de ano e férias na praia famosa de Santa Catarina, em apartamentos que ficam no condomínio Águas da Brava. Eles são suspeitos de: incidentes de vandalismo; quebra-quebra de barracas; brigas com profissionais de portaria; maus tratos a animais; uso de bebida e entorpecentes; além da tentativa de afogamento do cachorro Caramelo; e a morte de Orelha na Praia da Brava (SC),
Nós falamos com a assessoria do atleta, que confirmou que Guga tem imóvel e costuma passar férias no local, mas, por motivos de recesso e férias, não é possível ele comentar o assunto no momento.
Veja as fotos
Síndica teria tentado abafar o caso
Sobre coação de funcionários, afastamento e até ameaças, Segundo testemunhas ouvidas pela reportagem, um porteiro fez um vídeo – através das câmeras de monitoramento do local – no qual constariam o vandalismo dos jovens na região e maus tratos aos animais Orelha e Caramelo. Essas imagens teriam circulado em grupos de WhatsApp entre porteiros, o que não teria agradado a síndica, que teria tentado abafar o caso, ainda segundo fontes. Procurada, a administradora não se manifestou. O espaço segue aberto.
Envolvidos darão novos depoimentos
A polícia deve ouvir todos os envolvidos, novamente, durante a tarde desta quinta-feira (12/2). A polícia também já tem a informação que uma possível barra de ferro pode ter sido utilizada no espancamento ao cão Orelha. A arma branca foi encontrada bem perto de onde o crime ocorreu e será encaminhada para análise, para busca de impressões digitais e fluídos corporais como sangue e saliva.
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