Mansão da família Matsunaga é invadida em SP; três suspeitos morrem em confronto
Imóvel pertence aos pais de Marcos Matsunaga; um homem foi preso, funcionários foram resgatados e um policial militar ficou ferido
Três suspeitos morreram durante um confronto com a Polícia Militar, após uma invasão à mansão da família Matsunaga, na rua Alberto Faria, no bairro de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, na tarde de quarta-feira (14/10). Um homem de 39 anos foi preso em flagrante e um policial militar ficou ferido durante a ocorrência.
Segundo informações do g1, o imóvel pertence a Mitsuo Matsunaga e Misako Kitano, pais de Marcos Matsunaga, empresário assassinado pela esposa, Elize Matsunaga, em 2012.
Veja as fotos
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a PM foi acionada após a denúncia de um roubo à residência. Ao chegarem ao local, os agentes encontraram um dos suspeitos no térreo e efetuaram a prisão. Três funcionários que estavam trancados em um dos cômodos da casa foram resgatados.
Durante as buscas no imóvel, os policiais localizaram outros três suspeitos, e houve troca de tiros. Dois homens morreram no local, enquanto o terceiro foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Lapa, mas não resistiu aos ferimentos.
Na ação, um policial militar foi atingido no ombro e encaminhado ao Hospital das Clínicas para atendimento médico. As armas foram apreendidas e a perícia foi acionada. O homem detido permaneceu à disposição da Justiça.
A ocorrência foi registrada como roubo a residência no 14º Distrito Policial, que solicitou apoio do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). A PM também abriu um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar a conduta dos agentes envolvidos.
A família ganhou notoriedade nacional após o assassinato de Marcos Matsunaga, então executivo da empresa Yoki, em 20 de maio de 2012. A responsável pelo crime foi sua esposa, Elize Matsunaga, que confessou ter matado o empresário e esquartejado o corpo, cujos restos foram encontrados na região de Cotia, na Grande São Paulo.
Em dezembro de 2016, Elize foi condenada a 19 anos, 11 meses e um dia de prisão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Em maio de 2022, ela deixou a Penitenciária de Tremembé após obter o benefício da liberdade condicional.
Fique por dentro!
Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga @leodias no Instagram.
Agora também estamos no WhatsApp! Clique aqui e receba todas as notícias e conteúdos exclusivos em primeira mão.




