Polícia Civil pede apreensão de passaporte de adolescente suspeito de agredir cão Orelha
O caso aconteceu em Florianópolis, Santa Catarina, e chocou o país; Ministério Público e Polícia Federal acompanham a investigação
A investigação da morte do cão Orelha teve mais um desdobramento. Na última sexta (6/2), a Polícia Civil de Santa Catarina solicitou a apreensão do passaporte de um dos suspeitos de agredir o cachorro comunitário. A Polícia Federal também está ciente do pedido cujo objetivo é impedir que o adolescente saia do Brasil. Orelha tornou-se símbolo da luta contra a violência a animais após falecer, no início de janeiro, em Florianópolis.
O crime, ao vir à tona, ganhou repercussão nacional, mas a PCSC tem sido criticada pela maneira como conduz a investigação. Além do caso Orelha, a corporação está à frente do episódio de maus-tratos a outro cão, o Caramelo, que sofreu tentativa de afogamento na Praia Brava, também em Florianópolis.
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Mudanças constantes na apuração e falta de respostas por parte da Polícia Civil fizeram com que o Ministério Público intervisse. A instituição pediu para que a PCSC desse mais esclarecimentos sobre o crime, além de ser mais precisa na reconstrução dos acontecimentos.
O inquérito da Polícia Civil teve várias afirmações contestadas pela defesa do adolescente acusado. Para evitar que haja impunidade, Organizações Não Governamentais (ONGs) solicitaram que tanto o Ministério Público quanto a Polícia Federal assumissem a investigação.
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