Após polêmica na Record, Carol Lekker desiste da TV e volta para a Espanha “Vou fazer podcast”, diz Garotinho ao ser questionado sobre os próximos 4 anos Ex acusa cantor sertanejo de agressões, ameaça de morte e dívida de R$ 800 mil em seu nome Após anunciar término com Arthur Aguiar, Jheny Santucci se arrepende e apaga publicação
Após polêmica na Record, Carol Lekker desiste da TV e volta para a Espanha “Vou fazer podcast”, diz Garotinho ao ser questionado sobre os próximos 4 anos Ex acusa cantor sertanejo de agressões, ameaça de morte e dívida de R$ 800 mil em seu nome Após anunciar término com Arthur Aguiar, Jheny Santucci se arrepende e apaga publicação
Exclusivo

Policial que matou Leandro Lô fala pela 1ª vez após ser absolvido: “Não saí para matar e nem morrer”

Em entrevista, Henrique Velozo rebateu as alegações apresentadas pelas testemunhas do crime, amigos de Leandro Lô

Whatsapp telegram facebook twitter

      Em entrevista exclusiva ao titular do portal LeoDias, o policial militar Henrique Velozo detalhou, pela primeira vez, sua versão completa sobre os minutos que antecederam o disparo que matou o octacampeão mundial de jiu-jitsu Leandro Lô, em agosto de 2022. Absolvido pelo júri popular no último dia 14 de novembro de 2025, o PM afirma que agiu em legítima defesa e que sua intenção jamais foi tirar a vida de alguém naquela noite e explica como conseguiu ser absolvido mesmo tendo cometido o crime de homicídio.

      Em entrevista, Henrique Velozo rebateu as alegações apresentadas pelas testemunhas do crime, amigos de Leandro Lô, que afirmam que a confusão que acabou na morte do atleta começou com provocações do policial, que segundo relatos presentes nos autos do processo, teria ido até o lutador dentro da casa noturna, na zona Sul de São Paulo, na madrugada daquele domingo 7 de agosto de 2022.

      Veja as fotos

      Foto: Reprodução/LeoDias TV
      Henrique Velozo, policial militar que matou Leandro Lô, em entrevista exclusiva a LeoDias após ser absolvido na JustiçaFoto: Reprodução/LeoDias TV
      Leandro Lo, multicampeão de Jiu-Jitsu assassinado por policial em 2022 / Reprodução IBJJ
      Leandro Lo, multicampeão de Jiu-Jitsu assassinado por policial em 2022 / Reprodução IBJJ
      Foto: Reprodução/LeoDias TV
      Henrique Velozo, policial militar que matou Leandro Lô, em entrevista exclusiva a LeoDias após ser absolvido na JustiçaFoto: Reprodução/LeoDias TV
      Foto/Instagram
      Leandro Lo e Henrique VelozoFoto/Instagram
      Foto: Reprodução/LeoDias TV
      Henrique Velozo, policial militar que matou Leandro Lô, em entrevista exclusiva a LeoDias após ser absolvido na JustiçaFoto: Reprodução/LeoDias TV
      Foto: Reprodução/LeoDias TV
      Henrique Velozo, policial militar que matou Leandro Lô, em entrevista exclusiva a LeoDias após ser absolvido na JustiçaFoto: Reprodução/LeoDias TV
      Leandro Lo, multicampeão de Jiu-Jitsu assassinado por policial em 2022 / Reprodução IBJJ
      Leandro Lo, multicampeão de Jiu-Jitsu assassinado por policial em 2022 / Reprodução IBJJ
      Foto/Instagram
      Leandro Lo e Henrique VelozoFoto/Instagram
      Foto/Instagram
      Leandro Lo e Henrique VelozoFoto/Instagram
      Foto/Instagram
      Leandro Lo e Henrique VelozoFoto/Instagram

      “Essa primeira versão foi trazida justamente por amigos dele, após terem sido ouvidos várias vezes e foram alterando a versão, justamente para tentar dar alguma legitimidade na ação deles e colocar a culpa em mim, mas nada disso aconteceu (…) Então isso não aconteceu. Essa versão foi construída pelos amigos da vítima, que são testemunhas do caso, justamente para dar legitimidade à agressão que eu sofri”, declarou Henrique Velozo, ao relembrar a noite do crime.

      “Então o que aconteceu foi um ataque por um grupo de lutadores”, afirmou.

      Ao ser questionado sobre o motivo de ter ido até a mesa que Leandro Lô estava, o PM narra que havia descido do mezanino, uma espécie de camarote, para ir ao banheiro, sozinho, quando retornou pelo meio da pista e teria sido surpreendido pelo lutador:

      “Eu fui puxado pelo braço (…) e começou um assunto de: ‘você não é o bichão da outra casa noturna?’.”

      Segundo ele, a pessoa que puxou seu braço foi o próprio Leandro Lô:
      “O Leandro Lô. Do nada!”.

      O início da briga

      Henrique afirma que tentou apaziguar: “Eu falei: ‘rapaziada, eu estou ali no mezanino, se vocês quiserem podem ir comigo lá, a gente toma uma, sem confusão. Vocês estão tomando o que?’”.

      Mas, segundo ele, logo veio o golpe:“Eu recebi uma baiana (…) eu caí e no que eu caí ele caiu em uma posição típica do jiu-jitsu (…) e nisso eu já percebi que era lutador (…) Depois disso ele me apagou em um mata-leão.”

      Ao acordar, diz que ainda sofreu nova aproximação: “Nesse meio tempo abriu-se um espaço e ele veio de novo com uma segunda baiana.”

      De acordo com os depoimentos presentes no processo, Leandro Lô estava acompanhando de apenas quatro amigos, no entanto, Velozo relata que estava em desvantagem absoluta, cercado por pelo menos 8 lutadores:

      “Que eu lembre, que eu sei, são cinco faixas pretas, dois faixas marrom e um faixa roxa (…) e eu estava lá sozinho.”

      A briga anterior que, segundo ele, motivou o ataque

      Ao ser questionado se já conhecia Leandro Lô antes da noite do crime, Henrique foi categorico ao afirma que: Não, a gente não se conhecia pessoalmente, não tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente. Mas houve um evento que eu só vim descobrir durante o desenrolar do meu processo administrativo. Na hora eu nem sabia, tenho certeza absoluta, isso só veio a tona durante um depoimento, que inclusive meu advogado estava presente no momento, e aí quando a gente descobriu essa história, fomos atrás para levantar essa narrativa e aí nós lembramos, através de outras testemunhas que estão no processo, desse evento que a gente se encontrou, mas eu não tive contato pessoal com ele”

      Segundo Henrique, Leandro teria se incomodado com uma abordagem policial feita meses antes, em outra boate:

      “‘Pô, ele veio pagar de polícia aqui para gente, carteirar a gente’.”

      Ele acredita que esse episódio foi o “gatilho” para o início da confusão no Clube Sírio.

      “Foi daí que surgiu o gatilho para arrumar confusão, não foi do nada. É porque eu não sabia, a minha percepção não permitiu que eu entendesse o contexto, só conseguia entender depois do desenrolar completo da história, dessa outra confusão.”

      Golpe contra tiro foi desproporcional?

      Questionado se considera que a sua reação, de atirar na cabeça de Leandro Lô, foi desproporcional para usar como resposta ao golpe que recebeu:

      “Não! (…) É muito difícil para o operador policial decidir em questão de segundos (…) Eu estava cercado por 5 faixas pretas (…) não sabia se iam tomar a minha arma (…) Foi proporcional sim, porque foi o meio que eu tinha para me defender. Eu poderia ter efetuado outros disparos (…) houve proporcionalidade.”

      “Policial não sai para matar, mas também não sai para apanhar ou morrer”

      Henrique afirma que nunca desejou o desfecho trágico, mas que foi necessário para preservar a sua vida:

      “A gente não sai na noite, principalmente sendo policial, para matar alguém, ainda mais alguém que não é criminoso, mas também a gente não sai para morrer e para apanhar como um policial especificamente (…) Então eu me arrependo sim do desfecho trágico.”

      Ele reforça que, apesar de estar vivo, também perdeu muito: “A minha vida foi destruída também (…) danos emocionais, mentais, psicológicos, que jamais serão reparados.”

      Fique por dentro!

      Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga @leodias no Instagram.

      Agora também estamos no WhatsApp! Clique aqui e receba todas as notícias e conteúdos exclusivos em primeira mão.

      Whatsapp telegram facebook twitter