Chega ao fim casamento de Vanessa Giácomo e Giuseppe Dioguardi Câmera de sítio registra suposto som do momento da queda do helicóptero de Rick Sollo Renner fala pela 1ª vez após falecimento de Rick: “O show não pode parar” Juliano Cazarré e a esposa, Letícia, estão à espera do sétimo filho: “Tá no forno”
Chega ao fim casamento de Vanessa Giácomo e Giuseppe Dioguardi Câmera de sítio registra suposto som do momento da queda do helicóptero de Rick Sollo Renner fala pela 1ª vez após falecimento de Rick: “O show não pode parar” Juliano Cazarré e a esposa, Letícia, estão à espera do sétimo filho: “Tá no forno”

SC confirma indiciamento de menor por morte de Orelha e quatro no caso Caramelo

Investigação foi finalizada e encaminhada ao Ministério Público e ao Judiciário

Whatsapp telegram facebook twitter

        A Polícia Civil de Santa Catarina confirmou, no fim da tarde desta terça-feira (3/02), a conclusão da investigação sobre a morte do cão Orelha e os maus-tratos ao cão Caramelo, em Florianópolis. O desfecho oficial confirma a apuração exclusiva divulgada anteriormente pelo portal LeoDias. No caso Orelha, um adolescente teve o pedido de internação representado pela polícia, enquanto outros quatro adolescentes foram representados no caso Caramelo.

        As investigações foram conduzidas pela Delegacia Especializada no Atendimento de Adolescentes em Conflito com a Lei (DEACLE) e pela Delegacia de Proteção Animal (DPA), ambas da Capital, com apoio de uma força-tarefa que reuniu diferentes órgãos de segurança do Estado. Além das medidas envolvendo adolescentes, três adultos foram indiciados no caso Orelha por coação a testemunha.

        Veja as fotos

        Reprodução: Instagram/@julinhocasares
        Cachorro Orelha foi vítima de agressões e morreu em Florianópolis (SC)Reprodução: Instagram/@julinhocasares
        Foto/G1
        Cão Caramelo e Cão OrelhaFoto/G1
        Créditos: Reprodução @mmalupires @myhoodbr
        Casinha onde o cão Orelha vivia recebeu homenagensCréditos: Reprodução @mmalupires @myhoodbr
        Imagens / Portal LeoDias
        Imagens / Portal LeoDias

        O ataque ao cão comunitário Orelha ocorreu na madrugada de 4 de janeiro, por volta das 5h30, na Praia Brava, no Norte da Ilha de Santa Catarina. Segundo laudos da Polícia Científica, o animal sofreu uma pancada contundente na cabeça, que pode ter sido causada por um chute ou por um objeto rígido, como um pedaço de madeira ou uma garrafa. Orelha foi resgatado no dia seguinte por moradores da região e morreu em uma clínica veterinária em decorrência dos ferimentos.

        Para identificar o autor do crime, a Polícia Civil analisou mais de mil horas de imagens captadas por 14 equipamentos de monitoramento. Ao todo, 24 testemunhas foram ouvidas e oito adolescentes chegaram a ser investigados. Entre as provas reunidas estão roupas utilizadas pelo autor, registradas em filmagens, além de dados de localização analisados por um software francês empregado pela corporação.

        A reconstituição da madrugada indicou que o adolescente saiu do condomínio onde estava hospedado às 5h25 e retornou às 5h58, acompanhado de uma jovem. Esse intervalo contradisse a versão apresentada inicialmente por ele, que afirmou ter permanecido dentro do condomínio. As imagens, testemunhos e outros elementos comprovaram que ele esteve fora do local no período do crime.

        No mesmo dia em que a polícia identificou os suspeitos, o adolescente viajou para fora do Brasil, permanecendo no exterior até 29 de janeiro. No retorno ao país, foi interceptado no aeroporto. Na ocasião, um familiar tentou ocultar um boné rosa e um moletom que estavam com o adolescente, peças consideradas relevantes para a investigação. Houve ainda divergências sobre a origem do moletom, já que o jovem admitiu que a roupa já era de sua posse e foi usada no dia do crime.

        Segundo a Polícia Civil, o inquérito seguiu rigorosamente os parâmetros do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Diante da gravidade do caso Orelha, foi solicitada a internação do adolescente, medida equivalente à prisão no sistema penal adulto. Os procedimentos referentes aos casos Orelha e Caramelo foram encaminhados para apreciação do Ministério Público e do Judiciário. A polícia informou ainda que a análise dos dados extraídos dos celulares apreendidos poderá reforçar provas já reunidas e revelar novos elementos sobre os crimes.

        Fique por dentro!

        Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga @leodias no Instagram.

        Agora também estamos no WhatsApp! Clique aqui e receba todas as notícias e conteúdos exclusivos em primeira mão.

        Whatsapp telegram facebook twitter