Isabel Teixeira fala sobre sucesso de Pilar em “Quem Ama Cuida”: “Amando ser odiada”
A atriz está em sua quinta novela na Globo; ela passou por "Amor de Mãe" (2019), "Pantanal" (2022), "Elas por Elas" (2023) e "Volta por Cima" (2024)
“Uma criança no parque de diversões”: é assim que Isabel Teixeira se sente quando entra no set para gravar as cenas da vilã Pilar, sucesso na novela “Quem Ama Cuida”, do horário nobre da Globo. Em entrevista à revista Quem, a atriz comentou sobre a intensa rotina de trabalho e ressaltou sua satisfação em fazer parte do projeto. “Tenho essa alegria porque lutei muito para fazer o que gosto. Foi muito difícil. Hoje, realmente faço o que gosto”, admitiu.
“Quando chego na maquiagem, já estou animadinha. Quando saio do figurino, já estou animada e, quando entro no set, já estou animadaça”, contou a artista sobre a rotina de gravações.
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Em sua quinta novela na Globo, após passar por “Amor de Mãe” (2019), “Pantanal” (2022), “Elas por Elas” (2023) e “Volta por Cima” (2024), Isabel afirmou que desta vez a experiência está diferente. “Gosto muito de trabalhar, mas não tinha experiência. Acho que, quando comecei, há cinco anos, vislumbrei um pouco do que estou vivendo agora, que é esse cotidiano. Para essa novela, a Amora [Mautner] e o Walcyr me prepararam. Ele falou que eu estaria em vários núcleos e que seria uma imersão. Não tive um susto de não voltar para São Paulo. Volto, no máximo, uma ou duas vezes por mês, para passar um ou dois dias. Tem esse negócio do trabalho diário, que é um pouco a minha relação com a vida. E tenho essa alegria porque lutei muito para fazer o que gosto. Foi muito difícil. Durante muito tempo, precisava conciliar trabalhos pela sobrevivência, pelo know-how técnico ou por que pagavam melhor. Hoje, realmente faço o que gosto”, disse.
Na entrevista, a atriz ressaltou que ama o que faz: “Um amigo meu, o Murilo Benício, que falou isso para mim, que eu parecia uma criança no parque de diversões com aquele passaporte da alegria (risos). Porque gosto de gravar. O meu lance sempre foi trabalhar muito. Gosto de acordar para trabalhar. E mesmo quando não estou trabalhando, quando estou de férias, que não tenho há muito tempo… Passei 20 anos da minha vida emendando trabalhos. Nunca mais viajei, fiquei um mês fora. As crianças sempre me viram trabalhando. Sempre estive trabalhando”.
Isabel ainda comentou sobre o sentimento que a personagem desperta no público. “Estou a serviço de uma personagem de teledramaturgia que tem essa função. Se eu fosse a mocinha, eu estaria em outra função. Eu sirvo ao gênero, esse é o meu trabalho. Então, claro que estou amando ser odiada porque essa é a função dramática da vilã. Vilã é para a gente xingar, para a gente odiar. Estou amando ser odiada”, concluiu.
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