Sasha Meneghel anuncia gravidez do primeiro filho com João Lucas Saiba quem era Dedeco, YouTuber que morreu pouco tempo após se casar e descobrir que seria pai SBT esclarece se Thayse Teixeira voltará ao “Programa do Ratinho” após demissão
Sasha Meneghel anuncia gravidez do primeiro filho com João Lucas Saiba quem era Dedeco, YouTuber que morreu pouco tempo após se casar e descobrir que seria pai SBT esclarece se Thayse Teixeira voltará ao “Programa do Ratinho” após demissão

CPI do Crime amplia escopo ao convocar ministros, governadores e chefes de segurança

Comissão quer investigar atuação de facções, lavagem de dinheiro e uso de fintechs em esquemas ilícitos

Whatsapp telegram facebook twitter

          A recém-instalada CPI do Crime Organizado começou seus trabalhos nesta terça-feira (4/11) no Senado Federal com uma lista extensa de convocações e um plano de investigação considerado ambicioso. O relator, senador Alessandro Vieira (MDB/SE), apresentou requerimentos para ouvir ministros, governadores e dirigentes dos principais órgãos de segurança do país, como a Polícia Federal (PF) e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

          A comissão, presidida pelo senador Fabiano Contarato (PT/ES) e tendo Hamilton Mourão (Republicanos/RS) como vice, deve funcionar por 120 dias. Entre os convidados estão os ministros Ricardo Lewandowski, da Justiça e Segurança Pública; e José Múcio Monteiro da Defesa; além do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues; e do chefe da Abin, Luiz Fernando Corrêa. Governadores de 11 estados e seus secretários de segurança também devem prestar esclarecimentos sobre o avanço das facções e políticas de combate ao crime.

          Veja as fotos

          Reprodução: YouTube/TV Senado
          Instalação da CPI do Crime OrganizadoReprodução: YouTube/TV Senado
          Reprodução: YouTube/TV Senado
          Senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ) na instalação da CPI do CrimeReprodução: YouTube/TV Senado
          Divulgação
          Senador Fabiano Contarato (PT/ES)Divulgação
          Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
          Senador Hamilton Mourão (Republicanos/RS)Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
          Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
          Corpos na Praça São Lucas, na Penha, zona Norte do Rio de JaneiroFoto: Tomaz Silva/Agência Brasil

          Segundo Vieira, a comissão não será “chapa branca”. “Nós estamos convidando governadores da base do governo federal e governadores que são oposição. Estamos trazendo o ministro da Defesa, o ministro da Justiça, e seus assessores. Porque a responsabilidade é de todos e é uma matéria muito séria”, disse o relator após a sessão de abertura. Conforme ele, “a segurança pública é uma atividade complexa, mas não tem segredo, desde que a gente tenha o espírito público suficiente para fazer o nosso trabalho […] O que o Brasil enfrenta é a consequência de décadas de omissão e de corrupção”.

          O plano de trabalho aprovado pelos senadores prevê que a CPI se debruce sobre nove eixos principais: ocupação territorial por facções, lavagem de dinheiro e infiltração em setores legais da economia, corrupção ativa e passiva, rotas do tráfico e contrabando, crimes digitais, sistema prisional, integração entre forças de segurança e orçamento público.

          Além de traçar um panorama sobre a estrutura do crime organizado no país, o grupo quer identificar gargalos legais e propor mudanças na legislação e na destinação de recursos para a segurança pública. A investigação também deve incluir o papel das fintechs e de criptomoedas na lavagem de dinheiro de facções e milícias.

          Vieira listou ainda os governadores que deverão comparecer à CPI: Cláudio Castro (RJ) e Tarcísio de Freitas (SP), por comandarem os estados-sede das principais facções; Jerônimo Rodrigues (BA), Raquel Lyra (PE) e Elmano de Freitas (CE), que administram unidades com altos índices de homicídios; e Jorginho Mello (SC), Ratinho Júnior (PR) e Eduardo Leite (RS), representantes de estados com indicadores mais baixos de violência. O Distrito Federal também foi incluído por concentrar o poder político e econômico do país.

          O colegiado pretende ainda requisitar informações a órgãos como o Coaf, Receita Federal e Banco Central para rastrear movimentações financeiras suspeitas. Representantes do Conselho Nacional de Justiça, do Ministério Público e especialistas em segurança e combate ao crime devem ser chamados nas etapas seguintes.

          A criação da CPI ocorre em meio a um clima de forte pressão por respostas à escalada da violência no país e à recente operação policial no Rio de Janeiro, que deixou mais de 120 mortos.

          Fique por dentro!

          Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga @leodias no Instagram.

          Agora também estamos no WhatsApp! Clique aqui e receba todas as notícias e conteúdos exclusivos em primeira mão.

          Whatsapp telegram facebook twitter