Taxa de abstenção tem o maior índice em um primeiro turno desde 1998
País atingiu maior marca de eleitores ausentes nestas eleições de 2026
A quantidade de eleitores que decidiram se abster do voto no primeiro turno das eleições teve o maior índice desde 1998. A taxa de abstenção ficou em aproximadamente 21,08%, totalizando mais de 33 milhões de eleitores ausentes neste domingo (4/10), segundo os dados da apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O percentual superou o registrado no primeiro turno de 2022, quando 20,95% dos eleitores deixaram de votar. Naquele pleito, o número absoluto de ausentes foi de 32.770.982.
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Mesmo com a alta, 2026 não ultrapassou o recorde histórico de abstenção proporcional em primeiro turno. A maior taxa já registrada foi em 1998, quando 21,49% dos eleitores não compareceram às urnas. Naquele ano, porém o número de abstenções foram 11 milhões a menos, sendo 22.802.802 ausentes, e Fernando Henrique Cardoso (PSDB) foi eleito no primeiro turno.
A taxa de abstenção foi de 11,93% em 1989, 17,77% em 1994, 21,49% em 1998, 17,74% em 2002, 16,75% em 2006, 18,12% em 2010, 19,39% em 2014, 20,33% em 2018 e 20,95% em 2022.
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