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“Immigrant Reality” vira alvo de acusações de calote entre participantes nos EUA; entenda

O competidor Arthur expôs que a direção focou em vender aplicativos em vez do formato prometido e reclamou do não pagamento do dinheiro arrecadado em provas

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          O sonho de brilhar na televisão e ganhar visibilidade teria se transformado em um verdadeiro pesadelo financeiro e psicológico para o elenco do “Immigrant Reality”, competição recém-finalizada nos Estados Unidos. Ex-participantes procuraram o portal LeoDias para expor os bastidores supostamente caóticos do projeto e acusam os organizadores de calote, ameaças e quebra de promessas.

          Segundo Arthur, um dos competidores, o formato vendido pela produção passaria longe do que foi entregue. A promessa inicial envolvia transmissão em Pay-per-view 24 horas, contratos publicitários e destaque na imprensa brasileira. A produção ganhou uma repercussão inicial grande por conta da entrada de Mile Moreira, irmã gêmea de Tia Milena, que esteve no “BBB26”.

          Veja as fotos

          Crédito: Reprodução YouTube
          Participantes do "Immigrant Reality"Crédito: Reprodução YouTube
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          Participantes do "Immigrant Reality"Crédito: Reprodução YouTube
          Crédito: Reprodução YouTube
          Participantes do "Immigrant Reality"Crédito: Reprodução YouTube

          “Eles venderam todo um projeto, mas não tinha nada disso. O objetivo final era vender um aplicativo e e-books para que eles pudessem ganhar dinheiro aqui nos EUA. Eles só queriam usar a gente”, desabafou Arthur. O ex-participante ainda revelou que os competidores seriam coagidos com a ameaça de uma multa de US$ 50 mil, prevista em contrato, caso falassem mal do programa.

          Além disso, a estrutura de segurança e saúde foi questionada: um dos confinados teria se machucado durante a competição e Arthur alega que o colega precisou arcar com o próprio seguro médico para ser atendido. As dinâmicas do jogo também teriam revoltado o elenco.

          O influenciador relata que provas de resistência gravadas sequer foram ao ar. Em outro desafio, os grupos receberam US$ 20 para “multiplicar” o valor nas ruas. “Só o meu grupo transformou esse valor em US$ 6 mil e eles não querem dar o dinheiro nem que a gente fez na rua. Virou uma bagunça, a gente não está conseguindo receber”, sentenciou.

          Pagamentos estariam sendo feitos aos poucos

          Procurados pela equipe do portal LeoDias, os donos do projeto divergiram sobre a culpa, mas confirmaram os problemas. Tiago Alves, investidor do reality, alegou que o contrato prevê 90 dias para o pagamento da vencedora, Eliane Farmer, e garantiu que está quitando os valores aos poucos.

          Já a sua sócia, Helenn Cristine, afirmou que, pelo acordo comercial assinado, todos os custos de execução e estrutura são de responsabilidade exclusiva de Tiago.

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