Record se prepara para demitir Carol Lekker após polêmica nos bastidores Leo Dias desiste de processar Sergio Hondjakoff, de “A Fazenda”; saiba o motivo Equipe de Jonatas Faro confirma sexualidade do ator após revelação em “A Fazenda 18” Christina Rocha se irrita e teria pedido à Record para não apresentar mais com Carol Lekker
Record se prepara para demitir Carol Lekker após polêmica nos bastidores Leo Dias desiste de processar Sergio Hondjakoff, de “A Fazenda”; saiba o motivo Equipe de Jonatas Faro confirma sexualidade do ator após revelação em “A Fazenda 18” Christina Rocha se irrita e teria pedido à Record para não apresentar mais com Carol Lekker

Combinação de medicamentos reduz avanço de câncer de próstata agressivo, aponta estudo

Pesquisa com quase 700 pacientes indicou que o uso conjunto de niraparibe, abiraterona e prednisona pode retardar o avanço da doença e preservar a qualidade de vida

Whatsapp telegram facebook twitter

        Um novo estudo publicado na revista científica Nature Medicine, em 7 de outubro, revelou que a combinação de niraparibe e abiraterona, acompanhada de prednisona, pode retardar a progressão de uma forma agressiva de câncer de próstata metastático — ou seja, quando a doença já se espalhou para outras partes do corpo.

        A pesquisa se baseou em um ensaio clínico de fase 3 que envolveu quase 700 homens com câncer de próstata metastático sensível à castração (mCSPC). Todos os participantes apresentavam mutações em genes responsáveis pela reparação do DNA, como BRCA1 e BRCA2. Essas alterações tornam o tumor mais agressivo, mas também o deixam mais vulnerável a terapias que bloqueiam o reparo celular — caso do niraparibe.

        Veja as fotos

        Freepik
        Tripla combinação de remédios desacelera avanço de tipo agressivo de câncer de próstataFreepik
        Freepik
        Tripla combinação de remédios desacelera avanço de tipo agressivo de câncer de próstataFreepik
        Freepik
        Tripla combinação de remédios desacelera avanço de tipo agressivo de câncer de próstataFreepik

        Os voluntários foram divididos em dois grupos: um recebeu a combinação niraparibe + abiraterona + prednisona, e o outro, apenas abiraterona + prednisona, considerado o tratamento padrão. O objetivo era medir o tempo que a doença demorava para voltar a crescer ou se espalhar — parâmetro conhecido como sobrevida livre de progressão radiográfica.

        Os pacientes que receberam a combinação dos três medicamentos tiveram uma redução de 37% no risco de progressão ou morte, em comparação ao grupo que seguiu o tratamento tradicional. Entre aqueles com mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, o benefício foi ainda maior.

        Na prática, isso significa que, para esse grupo de pacientes, a adição do niraparibe prolongou o controle da doença sem afetar a qualidade de vida. Segundo os pesquisadores, os participantes mantiveram o bem-estar físico e emocional durante o tratamento, mesmo diante de alguns efeitos colaterais.

        Os eventos adversos mais comuns foram anemia e aumento da pressão arterial, o que exige acompanhamento médico regular. Ainda assim, os cientistas destacam que o equilíbrio entre benefícios e riscos é positivo para pessoas com mutações genéticas específicas, desde que o tratamento seja monitorado de perto.

        Essa é a primeira vez que um inibidor de PARP — classe de medicamentos à qual o niraparibe pertence — mostra resultados favoráveis em pacientes com câncer de próstata ainda sensível à castração, e não apenas em casos resistentes, quando as terapias costumam falhar.

        Os pesquisadores afirmam que o próximo passo é continuar acompanhando os pacientes por mais tempo, para verificar se a combinação também aumenta a sobrevida global.

        Fique por dentro!

        Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga @leodias no Instagram.

        Agora também estamos no WhatsApp! Clique aqui e receba todas as notícias e conteúdos exclusivos em primeira mão.

        Whatsapp telegram facebook twitter