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Entenda o significado de cada cor das tarjas dos medicamentos

As cores das tarjas dos medicamentos são definidas pela Anvisa, que determina sua classificação conforme os riscos e a necessidade de prescrição médica para cada caso

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          Amarela, vermelha e preta. Você já observou que as caixas de medicamentos têm cores? Elas são definidas pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) e classificadas conforme os riscos para os pacientes, garantindo a segurança. A reportagem do portal LeoDias explica o que cada cor significa.

          A coloração também tem o objetivo de ajudar os farmacêuticos a garantir que o remédio dispensado seja exatamente o prescrito pelo profissional de saúde.

          Veja as fotos

          Crédito: Reprodução laboratoriotoledo.com.br
          Lei que libera venda de medicamentos em supermercados é sancionadaCrédito: Reprodução laboratoriotoledo.com.br
          Reprodução drogasildosecerta.com.br
          Desenho de medicamentos com tarjaReprodução drogasildosecerta.com.br
          Crédito: Divulgação
          Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)Crédito: Divulgação

          Medicamento sem tarja

          Os medicamentos isentos de prescrição (MIP) não precisam de receita médica para serem vendidos, mas os MIPs cumprem os demais requisitos de qualidade, segurança e eficácia estabelecidos pela legislação sanitária em vigor. Estão descritos na Lista de Medicamentos Isentos de Prescrição (LMIP) e são indicados para o tratamento de doenças não consideradas graves, com evolução lenta ou inexistente.

          Tarja amarela

          Medicamentos identificados com tarja amarela significam que são genéricos e fazem parte tanto dos tarjados quanto dos não tarjados. Quando pertencem ao grupo dos tarjados, a embalagem apresenta o amarelo junto com o vermelho ou preto. Eles podem ou não exigir receita médica.

          Tarja vermelha

          Eles oferecem risco intermediário de efeitos adversos a quem os utilizar e devem ser prescritos por um profissional de saúde. São divididos em duas subcategorias: a sem retenção da receita na farmácia após a aquisição e a com retenção, por estarem sujeitos a controle especial. A embalagem informa a necessidade de prescrição médica e de retenção da receita, quando for o caso, além dos riscos.

          No Brasil, é proibido o uso de cores nos rótulos de medicamentos que possam causar confusão ou erro na identificação da faixa vermelha.

          Tarja preta

          Geralmente, afetam o sistema nervoso central, podendo causar dependência ou levar ao óbito. No caso desses medicamentos, só podem ser adquiridos mediante apresentação de prescrição médica, que deve ficar na farmácia.

          As letras dos rótulos para identificação do nome comercial do medicamento e para a denominação genérica dos princípios ativos devem ser de fácil leitura e ostentar o mesmo destaque.

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