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Mulher que praticou racismo contra filhos de Ewbank e Gagliasso busca “tratamento”

Mulher alega ter necessidade de tratamento por problemas com álcool

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          Adélia Barros, mulher portuguesa condenada por racismo contra os filhos de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank em 2022, resolveu se tratar psicologicamente. De acordo com a declaração do advogado dela ao jornal “Público”, de Portugal, ela decidiu pelo tratamento após receber da Justiça de Portugal a condenação de pagar uma indenização ao casal, além de ter que fazer uma doação a uma instituição antirracista. Ou seja, ao invés de recorrer à decisão, a mulher aceitou a condenação e optou por uma internação voluntária para “se tratar”.

          O tratamento, segundo o veículo, seria para tratar alcoolismo, quadro que ela alega como justificativa pelas ofensas proferidas contra as crianças, mas que a Justiça não acatou como um atenuante suficiente da pena, já que ela se lembrava de alguns episódios do dia e outros não.

          Veja as fotos

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          Família Gagliasso/EwbankReprodução
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          Giovanna Ewbank defende filhos de racismo, em 2022Reprodução
          Reprodução/Montagem
          Giovanna Ewbank defende filhos de racismo, em 2022 / Titi e Bless com a mãeReprodução/Montagem

          Adélia foi condenada a pagar 14 mil euros (equivalente a R$ 83 mil), além de fazer uma doação de 2.500 euros (aproximadamente R$ 15 mil) para a associação SOS Racismo. O advogado detalhou ainda que ela terá três anos para fazer a doação à associação e quatro para pagar a indenização à família de Gagliasso.

          Na ocasião, a família comia em um restaurante à beira mar na praia de São João, na Costa da Caparica, em Portugal. A mulher começou a proferir ofensas racistas contra Titi e Bless, na época com 7 e 9 anos. “Vão embora daqui, seus pretos imundos! Portugal não é lugar para vocês! Voltem para África e para o Brasil”, disparou ela.

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