Abstenção cai no 2º turno de votação que reelegeu Lula como presidente do Brasil
No primeiro turno, o percentual de ausentes foi de 21,08%; no momento da decisão, a taxa caiu para 19,21%
Quase três milhões de pessoas que não votaram no primeiro turno saíram de casa para exercer o direto ao voto no segundo período das eleições 2026. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral, a taxa de abstenção teve uma redução de quase dois pontos percentuais, o que pode ter ajudado na reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como presidente do Brasil na votação decisiva.
No primeiro turno, o percentual ficou em 21,08%. Já no segundo a taxa caiu para 19,21%. Com isso, ao todo, mais de 128 milhões de pessoas exerceram o direto à democracia nas urnas que decidiu o futuro do país.
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Vale destacar que a redução da abstenção foi uma estratégia de uma campanha do PT (Partido do Trabalhador) para buscar um bom resultado no segundo turno. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também focou em incentivar o comparecimento de pessoas que não haviam votado na primeira etapa da eleição. Com isso, eleitores se mobilizaram para levar os familiares, principalmente idosos, às urnas.
O número, inclusive, marca um feito histórico, já que desde a redemocratização a ausência de eleitores aumentou entre as duas etapas. Nas últimas sete eleições, a exceção aconteceu apenas em 2022, quando houve uma pequena queda de 20,95% no primeiro turno para 20,58% no segundo.
No primeiro turno das eleições 2026, a abstenção alcançou 33.469.244 de eleitores. Compareceram às urnas 125.275.835 pessoas, ou 78,92% dos eleitores das seções totalizadas. A votação presidencial teve todas as 499.248 seções processadas.
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