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Celina Leão acusa misoginia e “campanha do medo” na disputa das eleições no DF

Perto de consolidar mandato após ficar a 168 votos da vitória no primeiro turno, candidata do PP afirmou que violência política se intensificou contra sua família

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          A governadora do Distrito Federal e candidata à reeleição, Celina Leão (PP), fez um duro desabafo sobre o tom adotado pelos seus opositores na reta final das eleições de 2026. Em entrevista ao apresentador Caio Barbieri, do programa Política em Minutos da LeoDias TV, a chefe do Executivo local denunciou a intensificação de uma “campanha do medo”, marcada pela proliferação de informações falsas e hostilidades no segundo turno.

          Com quatro mandatos no currículo, Celina destacou que sempre incentivou a presença feminina nos espaços de poder, mas revelou ter enfrentado uma onda de ataques machistas sem precedentes à medida que avançava nas pesquisas de intenção de voto.

          Veja as fotos

          Crédito: LeoDias TV
          Celina LeãoCrédito: LeoDias TV
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          Celina LeãoCrédito: LeoDias TV
          Crédito: LeoDias TV
          Celina LeãoCrédito: LeoDias TV

          De acordo com a governadora, as ofensas ultrapassaram os limites do debate público e atingiram sua honra pessoal e sua estrutura familiar, exigindo um preparo emocional extremo para continuar na corrida eleitoral. A candidata ressaltou a diferença entre o embate político legítimo e o desrespeito motivado por gênero.

          Celina pontuou que críticas ao seu governo, propostas ou ideologia fazem parte da democracia, mas que o fato de ser mulher jamais deveria ser usado como munição de desqualificação. Ela manifestou a expectativa de que sua firmeza diante dessas agressões sirva para abrir caminhos menos hostis para futuras candidatas que disputarem cargos majoritários no Distrito Federal.

          O acirramento da disputa ocorre em um cenário de forte apelo eleitoral contra Leandro Grass (PT). No primeiro turno, Celina ficou a apenas 168 votos de liquidar a eleição, somando 825.530 votos (49,93% dos válidos), enquanto o adversário alcançou 34,47%.

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