Mauro Cid pede a Moraes que seja posto em liberdade
Delator de Jair Bolsonaro foi beneficiado e pegou apenas dois anos de prisão em regime aberto; Ele cumpriu mais de dois anos de medidas cautelares, aponta defesa
Os advogados do ex-ajudante de Ordens da Presidência da República, Tenente-Coronel Mauro Cid, que se valeu da delação premiada no processo dos atos golpistas, pediram ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), progressão de regime, nesta sexta-feira (12/9). Se Moraes aceitar, Cid pode ficar livre.
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O delator de Jair Bolsonaro (PL) cumpre prisão domiciliar, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, há mais de dois anos. Na quinta-feira (11/9), a Primeira Turma do STF formou maioria pela condenação de Cid nos atos golpistas. Ele pegou 34 anos de prisão, mas viu a pena cair para dois anos por conta dos efeitos da delação premiada.
Mauro Cid continuará, também, com a patente de Tenente-Coronel do Exército. De acordo com as Leis militares, a perda de patente se dá quando um militar é condenado a pena acima de dois anos.
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