Nova Carteira de Identidade Nacional é até 10 vezes mais segura que o RG, aponta estudo
Levantamento da Serasa Experian mostra que 86,9% das transações com a CIN não apresentaram risco de fraude
A Carteira de Identidade Nacional (CIN), que substitui o RG e adota o CPF como número único de identificação, apresentou desempenho superior na prevenção a fraudes, segundo estudo divulgado pela Serasa Experian nesta terça-feira (16/9), Dia Nacional da Identidade.
O levantamento analisou 30 milhões de transações financeiras realizadas entre janeiro e agosto de 2025. De acordo com os dados, 86,9% das operações validadas com a CIN não registraram risco de fraude, índice consideravelmente acima da média de outros documentos oficiais. Proporcionalmente, a nova carteira mostrou-se até 10 vezes menos suscetível a golpes do que o RG, cinco vezes mais segura que a CNH e quatro vezes mais segura que o Documento Nacional de Identidade (DNI).
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Entre os recursos que contribuem para essa segurança estão QR Code, zona de leitura automática (MRZ) e integração em base nacional, que impede a emissão de múltiplas identidades para o mesmo CPF. O documento também exige atualizações periódicas conforme a faixa etária, reduzindo o risco de uso de versões desatualizadas.
O estudo identificou que os principais casos de risco estão relacionados a divergências na verificação facial (41,1%) e inconsistências cadastrais (36,3%). Também foram registradas tentativas de fraude por meio de capturas de tela de documentos ou biometria incompatível.
A substituição completa do RG pela CIN está prevista para 2032. Até lá, ambos os documentos ainda poderão ser utilizados, mas o novo modelo tende a se consolidar como padrão nacional devido à maior segurança e padronização no processo de identificação.
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