Sites ilegais de bets disparam após proibição do governo Lula Zé Felipe se revolta após influenciador espalhar fake news sobre paternidade da filha Saiu do sigilo! Famosos assumem apoio a Lula e Flávio Bolsonaro após planilha vazar Imagem mostra última vez em que modelo Dandara Couto foi vista antes de desaparecer em SP
Sites ilegais de bets disparam após proibição do governo Lula Zé Felipe se revolta após influenciador espalhar fake news sobre paternidade da filha Saiu do sigilo! Famosos assumem apoio a Lula e Flávio Bolsonaro após planilha vazar Imagem mostra última vez em que modelo Dandara Couto foi vista antes de desaparecer em SP

Tesouro prevê maior endividamento desde 2021 e alerta para impacto dos juros altos

Estimativa indica que dívida pública deve atingir 82,5% do PIB até 2026

Whatsapp telegram facebook twitter

          O Tesouro Nacional projeta que a dívida bruta do setor público – que engloba União, estados, municípios e estatais – continuará crescendo até o fim do governo Luiz Inácio Lula da Silva, em 2026. Segundo o órgão, o índice deve chegar a 82,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o que representa o maior patamar em cinco anos.

          Os números foram apresentados na 7ª edição do Relatório de Riscos Fiscais da União, divulgado nesta sexta-feira (7/11). O levantamento considera as obrigações financeiras de todo o setor público e serve como um dos principais termômetros da saúde fiscal do país.

          Veja as fotos

          Foto: Washington Costa/MF
          Secretário do Tesouro Nacional, Rogério CeronFoto: Washington Costa/MF
          Foto: Agência Brasil
          Banco Central do BrasilFoto: Agência Brasil
          Reprodução: GloboNews
          Fernando HaddadReprodução: GloboNews
          Reprodução: Globo
          Luiz Inácio Lula da SilvaReprodução: Globo
          Foto: Wilton Júnior/Estadão
          Presidente Lula e Ministro da Fazenda, Fernando HaddadFoto: Wilton Júnior/Estadão

          Atualmente, a dívida está em 78,1% do PIB, o equivalente a R$ 9,75 trilhões, conforme dados do Banco Central referentes a setembro. Caso a projeção do Tesouro seja confirmada, haverá um salto de 10,8 pontos percentuais em relação a dezembro de 2022, quando o índice era de 71,7%.

          Tal avanço colocará o Brasil próximo do nível registrado durante a pandemia da Covid-19, quando o endividamento atingiu 87,7% do PIB, em outubro de 2020. O recorde foi impulsionado, à época, por R$ 524 bilhões em despesas emergenciais, incluindo auxílios à população e medidas de crédito.

          De acordo com o Tesouro, o aumento do endividamento decorre, principalmente, da expansão das despesas públicas. Entre os fatores que mais pressionaram as contas estão: a PEC da Transição, aprovada no fim de 2022, que ampliou o teto de gastos em cerca de R$ 170 bilhões anuais; os reajustes reais do salário mínimo, com aumentos acima da inflação; a recomposição dos pisos constitucionais de saúde e educação, agora vinculados à arrecadação; o pagamento de precatórios atrasados, que somou R$ 92,3 bilhões entre o fim de 2023 e o início de 2024; e os reajustes salariais para servidores públicos, congelados desde 2019.

          As medidas ampliaram as despesas obrigatórias e reduziram o espaço fiscal para investimentos, aumentando a pressão sobre o orçamento federal. O cenário de juros elevados é apontado pelo Tesouro como um dos maiores desafios para conter a trajetória da dívida. A taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, encarece o custo, já que boa parte dos títulos está atrelada a essa taxa.

          Mesmo considerando o cálculo oficial do Banco Central, o Brasil já figura entre os países mais endividados do mundo emergente. Pelo critério adotado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), o endividamento brasileiro atinge 90,5% do PIB, número 12 pontos acima da metodologia nacional.

          Para frear o avanço do endividamento, o governo aposta no arcabouço fiscal, aprovado em 2023, que substituiu o antigo teto de gastos. O novo modelo limita o aumento real das despesas a 2,5% ao ano e impede que elas cresçam mais do que 70% da variação da arrecadação. A ideia é estabilizar a relação dívida/PIB ao longo dos próximos anos. Porém, especialistas alertam que, sem corte de despesas estruturais, o equilíbrio pode ser difícil de alcançar.

          Fique por dentro!

          Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga @leodias no Instagram.

          Agora também estamos no WhatsApp! Clique aqui e receba todas as notícias e conteúdos exclusivos em primeira mão.

          Whatsapp telegram facebook twitter