Bioestimulador de colágeno: Médica explica procedimento realizado por Maiara no bumbum
Em entrevista ao portal LeoDias, a dermatologista Priscila Câmara de Camargo destaca que os resultados costumam ser ainda mais relevantes em casos como o da sertaneja, que passou por cirurgia bariátrica e emagrecimento expressivo
A cantora Maiara, dupla de Maraisa, contou que vem investindo em procedimentos estéticos para recuperar a autoestima após a perda de peso. Em recente entrevista ao portal LeoDias, a artista explicou que optou pelo bioestimulador de colágeno nos glúteos, mas destacou que o objetivo não foi aumentar o volume da região, e sim combater a flacidez.
“Na verdade, eu já venho fazendo esse processo já tem um tempo. Eu cheguei a pesar quase 90kg quando fui fazer minha bariátrica, e o estímulo de colágeno para mim é uma necessidade. Está me ajudando nesse processo e eu estou me sentindo cada vez melhor (…) Estou me sentindo cada vez melhor”, declarou a sertaneja.
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Ao portal LeoDias, a dermatologista Priscila Câmara de Camargo explica que o procedimento tem se tornado cada vez mais procurado por quem busca firmeza e sustentação da pele.
“O bioestimulador de colágeno é uma substância injetável que estimula a produção natural de colágeno pelo organismo. Ele não adiciona volume imediato como o ácido hialurônico, mas age de dentro para fora, promovendo melhora progressiva da firmeza, elasticidade e textura da pele”, diz.
Segundo a médica, os resultados costumam ser ainda mais relevantes em casos como o de Maiara, que passou por cirurgia bariátrica e emagrecimento expressivo. “É uma excelente opção para tratar a flacidez e a sobra de pele, já que o estímulo do colágeno devolve sustentação de forma natural, sem necessidade de cirurgia. Os efeitos surgem gradualmente, entre quatro e oito semanas, e continuam evoluindo por meses, acompanhando a resposta do organismo”, destaca.
A especialista acrescenta que o efeito pode durar, em média, 18 a 24 meses, variando conforme a substância utilizada, a resposta do organismo e os hábitos de vida do paciente. “Em geral, indicamos sessões de manutenção a partir de um ano após o tratamento, mas o acompanhamento é essencial para avaliar quando o paciente deve retornar e se há necessidade de reaplicação”, salienta.
Priscila também alerta sobre as contraindicações: “As principais incluem gestantes, lactantes, pessoas com doenças autoimunes ativas, infecções locais na área de aplicação e histórico de alergia a algum dos componentes do produto”.
Após o procedimento, a médica reforça cuidados como evitar exposição solar excessiva, não massagear a região sem orientação, manter a pele hidratada e seguir todas as recomendações médicas para potencializar os resultados e reduzir riscos.
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