Alexandre de Moraes determina início da pena de Eduardo Bolsonaro e cancela passaportes Primeira pesquisa do 2º turno aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula Ataques contra filha de Neymar fazem Amanda Kimberlly procurar a Justiça novamente
Alexandre de Moraes determina início da pena de Eduardo Bolsonaro e cancela passaportes Primeira pesquisa do 2º turno aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula Ataques contra filha de Neymar fazem Amanda Kimberlly procurar a Justiça novamente

Dor no peito nem sempre é infarto: estudo nos EUA liga sintomas à ansiedade grave

Pesquisa analisou 375 pacientes com dor torácica de baixo risco e descobriu que 42% apresentavam ansiedade grave; a maioria também tinha outras condições psicológicas tratáveis

Whatsapp telegram facebook twitter

        A dor no peito é um dos principais motivos de atendimento em pronto-socorros, mas nem sempre está ligada a problemas cardíacos. Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado em agosto na revista Academic Emergency Medicine revelou que muitos desses casos têm origem na ansiedade.

        A pesquisa analisou 375 pacientes com dor torácica de baixo risco e descobriu que 42% apresentavam ansiedade grave. A maioria também tinha outras condições psicológicas tratáveis, como depressão, somatização (quando o sofrimento emocional se manifesta por sintomas físicos), transtorno do pânico, baixa autoeficácia (falta de confiança em lidar com situações difíceis), transtorno de estresse pós-traumático e incapacidade funcional — que afeta o trabalho, a rotina familiar e a vida social.

        Veja as fotos

        Freepik
        Pesquisa mostra que quase metade dos casos de dor no peito tem origem emocionalFreepik
        Freepik
        Pesquisa mostra que quase metade dos casos de dor no peito tem origem emocionalFreepik
        Freepik
        Pesquisa mostra que quase metade dos casos de dor no peito tem origem emocionalFreepik

        Segundo os autores, identificar e tratar essas condições permite desenvolver estratégias de acompanhamento mais direcionadas, reduzindo retornos desnecessários ao pronto atendimento.

        Episódios recorrentes

        O estudo constatou que a dor no peito associada à ansiedade costuma ser persistente. Dois terços dos participantes relataram episódios semanais ou diários, mostrando que apenas descartar causas cardíacas não é suficiente.

        O tratamento psicológico, o acompanhamento contínuo e, quando indicado, o uso de medicamentos ansiolíticos e antidepressivos são medidas essenciais para aliviar o sofrimento e evitar complicações emocionais.

        Fique por dentro!

        Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga @leodias no Instagram.

        Agora também estamos no WhatsApp! Clique aqui e receba todas as notícias e conteúdos exclusivos em primeira mão.

        Whatsapp telegram facebook twitter