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Diretora revela que documentário de Preta Gil foi um pedido da própria cantora

O projeto reúne registros da luta da cantora contra o câncer e estreia no Globoplay em 20 de julho, data que marca um ano de sua morte

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          Um ano após sua morte, Preta Gil ganhará um documentário em homenagem ao legado que deixou. A cantora morreu aos 50 anos, em 20 de julho de 2025, em decorrência de complicações de um câncer no intestino. A diretora artística Mônica Almeida revelou que a ideia do projeto partiu da própria artista. Intitulado “Preta – Eu Não Ando Só”, o filme foi construído a partir dos registros feitos durante sua luta contra a doença.

          “Ela me chamou para conversar em 2023. A vontade era fazer um filme mais íntimo, filmado pelos amigos. Ela queria se filmar, queria que fosse de verdade, original como ela. A gente acompanhou todo esse processo, o filme foi mudando ao longo do tempo, se desenhando conforme o caminho da Preta”, contou Mônica Almeida em entrevista à Quem.

          Veja as fotos

          Crédito: Reprodução Instagram @pretagil
          Preta GilCrédito: Reprodução Instagram @pretagil
          Reprodução: Instagram/@pretagil
          A cantora Preta GilReprodução: Instagram/@pretagil
          Reprodução/Instagram
          A cantora Preta Gil faleceu em julho de 2025Reprodução/Instagram
          Divulgação/Globo
          Preta GilDivulgação/Globo

          Já Sandra Kogut, diretora do documentário, destacou a essência da cantora retratada na produção: “O filme coloca a gente muito perto da Preta, na intimidade, e ao mesmo tempo dá a dimensão de quem ela foi. Apesar da doença, tudo na Preta era sobre a vida, a pulsão gigante da vida. Então é um filme que abraça isso, a alegria, a gargalhada, a vontade de viver. E, ao mesmo tempo, ela tinha essa vontade de se mostrar para o mundo de peito aberto. O filme mostra também as dores e as lágrimas”, afirmou.

          “Preta – Eu Não Ando Só” tem direção artística de Mônica Almeida, direção de Sandra Kogut, roteiro de Renato Terra, produção executiva de Fernanda Neves e produção de Elaine Sá. O documentário estreia em 20 de julho, data que marca um ano da morte da cantora.

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