Gustavo Vaz surge como vilão de “Lá na Minha Terra”; veja primeira foto
Ator viverá Aluísio Fortunato, empresário ambicioso que despreza o próprio sócio e deixa a família em segundo plano na próxima novela das seis
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Gustavo Vaz vai mostrar seu lado vilão em “Lá na Minha Terra”, próxima novela das seis da Globo, com estreia prevista para 9 de novembro. Na primeira imagem divulgada de seu personagem, Aluísio Fortunato, o ator aparece caracterizado para viver um homem ambicioso, calculista e disposto a passar por cima de qualquer pessoa para conseguir o que deseja.
Na trama, Aluísio é sócio de Cesário (Daniel de Oliveira) na Veredon. Embora os dois mantenham uma relação profissional, o personagem de Gustavo não esconde, pelo menos para si mesmo, o desprezo que sente pelo parceiro de negócios, a quem considera um homem bruto.
A habilidade de Aluísio para se adaptar a diferentes ambientes será uma de suas principais armas. Ele sabe como agir de acordo com as circunstâncias e não mede esforços para alcançar seus objetivos, mesmo que isso signifique prejudicar quem estiver em seu caminho.
A ambição também se reflete na vida pessoal. Casado com Delfina (Débora Nascimento) e pai de Francisco (Theo Kwai), Aluísio dedica pouca atenção à família. Seus interesses estão sempre em primeiro lugar, o que promete trazer conflitos para o núcleo familiar.
Gustavo comemora a oportunidade de interpretar um antagonista com características tão marcantes. “Aluísio é um daqueles vilões clássicos e deliciosos de interpretar, capaz de qualquer coisa para chegar aonde quer, doa a quem doer”, comenta o ator.
Para ele, o personagem terá uma função importante dentro da proposta da novela, que abordará questões relacionadas às origens, aos vínculos afetivos e ao sentimento de pertencimento.
“‘Lá na minha terra’, ao falar da conexão com o lugar de onde se vem, da importância das nossas origens enquanto farol na caminhada, e do poder do amor na construção de quem somos, traz Aluísio como um ponto de contraste necessário para discussões fundamentais sobre a ganância, a falta de empatia e a violência, normalizadas e amenizadas – por vezes celebradas – como formas naturais de expressão do nosso tempo”, analisa.
Criada e escrita por Mario Teixeira, com direção artística de Allan Fiterman, “Lá na Minha Terra” substituirá “A Nobreza do Amor” na faixa das seis.
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