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Cissa Guimarães comenta decisão da Justiça de prender acusados de matar filho

Atriz contou com exclusividade para o portal LeoDias sobre como se sente após decisão da justiça

Nesta segunda-feira (28/8), a atriz e apresentadora Cissa Guimarães falou com exclusividade para o portal LeoDias sobre a decisão da Justiça de prender os acusados de atropelar e matar seu filho, Rafael Mascarenhas, que tinha apenas 18 anos em 2010 no Rio de Janeiro.

Após 13 anos de espera, a artista e mãe teve a resposta do tribunal. “Eu estou me sentindo aliviada pela Justiça está sendo feita porque foram treze anos de dor e de impunidade”, conta Cissa.

A atriz comentou que nunca teve contato com os acusados nesse tempo e fala que eles não ajudaram em nada. “A família nunca me procurou para pedir perdão. Atropelou meu filho, matou meu filho! Não prestou auxílio e não prestou assistência. Eles sumiram. Eles saíram do Rio de Janeiro e agora finalmente depois de treze anos o mandado de prisão saiu, ” relata.

Cissa frisou que não está comemorando a notícia: “Eu espero que nos próximos dias eles paguem pelo que fizeram. Sem raiva nenhuma, mas por justiça em honra e memória do meu filho”.

Relembrar o que aconteceu ainda traz muito sofrimento para uma mãe que perdeu o filho tão cedo. “É muito doloroso ter que relembrar. Eu estou sofrendo muito, mas ao mesmo tempo vem essa esperança de justiça”, comenta a atriz emocionada.

O juiz da 16ª Vara Criminal condenou Rafael Bussamra a 3 anos e 6 meses de detenção, mais suspensão da habilitação para dirigir, e seu pai Roberto Bussamra a 3 anos e 10 meses de prisão, além de pagamento de multa.

Relembre o caso

Em 2010, Rafael andava de skate no Túnel Acústico, na Zona Sul do Rio de Janeiro, quando foi atropelado por um carro em alta velocidade. Na ocasião, a via estava fechada para manutenção, com a circulação de veículos impedida.

Rafael, que estava ao volante, foi sentenciado a 7 anos de prisão em regime fechado, além de 5 anos e 9 meses em semiaberto, em 2015. Já Roberto foi condenado a 8 anos em regime fechado e 9 meses em semiaberto. Ambos, porém, tiveram suas penas convertidas para serviços comunitários em 2016 pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

No entanto, em 2019, o Superior Tribunal de Justiça acolheu recurso do Ministério Público e concluiu não caber a conversão da pena para serviço comunitário. O processo voltou recentemente de Brasília e o juiz da 16ª Vara Criminal cumpriu a decisão do STJ na semana passada.