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portal Leo Dias 1 ano
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Qual será o impacto para o mercado de shows com o fim do Buteco de Gusttavo Lima?

Fim do Buteco, de Gusttavo Lima, irá impactar mercado musical a partir de 2025

          No dia 24 de junho de 2015, Gusttavo Lima lançou o seu “Buteco”. Nem em seus maiores sonhos o Embaixador poderia imaginar que aquele projeto se tornaria a mais importante “label” (festival criado por artistas) da história desse país.

          Gusttavo mudou a maneira de se fazer show, tudo a partir do seu “Buteco”. Entenda como funcionava no passado: o artista subia ao palco ficava no máximo 2 horas cantando e ia embora para casa, assim como o público. Brilhantemente, Gusttavo contratava para cada Buteco uns 4 artistas para cantarem antes da entrada triunfal dele. Sabe porque? O público, ao invés de beber apenas as 2 horas dos shows do passado, no Buteco bebiam cerca de 6 a 7 horas ininterruptas. Resumo: o contratante faturava mais no bar do que com os ingressos.

          Veja as fotos

          Divulgação
          Divulgação
          Reprodução
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          Crédito: Augusto Albuquerque
          Crédito: Augusto Albuquerque
          Leo Dias
          Leo Dias

          Uma planilha de custo de cada Buteco gira em torno de 6 milhões de reais. Isso sem falar nos 2 mil empregos que cada edição gera. Só em 2023, foram 14 edições do Buteco, em absolutamente todas as regiões do Brasil.

          Categoricamente, é pouco provável que algum cantor se transforme com a sua “label”. Um fenômeno igual a este demorará muito a acontecer. No passado, Wesley Safadão, com seus projetos Garota Vip e Garota Safada, chegou a ameçar Gusttavo. Mas durou pouco. Hoje em dia, só o Luan Santana com seu Luan City 2.0 tem condições de atingir as marcas do embaixador.

          Mas para tudo tem um lado bom. O vácuo que Gusttavo Lima deixará no mercado da música a partir de 2025 fará com que, pelo menos, faça a indústria se aquecer e artistas passarem a gastar mais na hora de investir em um show e na sua “entrega” pro público.

          Para concluir: muita gente deve estar se perguntando: “Se o projeto era tão grandioso e rentável, por que terminar?”

          Gusttavo é assim. Ele não admite conviver com o queda (que, diga-se de passagem, nunca houve algo nem perto e estava definitivamente estava longe de acontecer). Ainda assim, ele prefere parar no “auge”. Agora, não nos resta outra solução para 2025: desejar boa sorte na sua carreira internacional.