Saiba quem é a socialite acusada de dar um calote de R$ 40 milhões em joalheiro
O caso tramita na Justiça de São Paulo e tem versões bem diferentes dos dois lados. A socialite afirma que o débito não existe e sustenta que parte das joias seria falsa. Já o joalheiro diz que as peças, entregues em regime de consignação, nunca foram quitadas
Discreta, mas conhecida em círculos exclusivos da alta sociedade paulistana, a socialite Margareth Costa Carvalho se tornou o centro de disputa judicial, ao ser acusada pelo joalheiro Marcelo Scaff de dar um calote de R$ 40 milhões em joias. Ela, por outro lado, garante que as peças são antigas, já quitadas, e chega a dizer que algumas são falsas. A empresária ainda acusa Marcelo de ter emitido “notas fiscais fraudulentas” para cobrar um valor que, segundo ela, “não existe”. Em meio a grande repercussão do imbróglio judicial, muitos passaram a se questionar quem é a socialite.
Atrás do nome que hoje estampa manchetes está uma mulher habituada ao luxo e discreta nas redes sociais. Margareth mora em uma mansão de dois mil metros quadrados na Grande São Paulo, com cômodos folheados a ouro e decoração de inspiração europeia.
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Ao lado da filha, costuma embarcar para a Europa em viagens que incluem semana de moda na Itália e eventos glamourosos em destinos como Paris e Genebra.
Entenda o caso
O caso tramita na Justiça de São Paulo e tem versões bem diferentes dos dois lados. Margareth afirma que o débito não existe e sustenta que parte das joias seria falsa. Já o joalheiro diz que as peças, entregues em regime de consignação, nunca foram quitadas.
As joias que originaram a disputa foram encomendadas para que ela as usasse durante a semana de moda na Sardenha, na Itália. Segundo Marcelo Scaff, o acordo era de que as peças ficariam com a socialite temporariamente, até que ela decidisse quais compraria. Mas, de acordo com ele, o pagamento nunca foi feito.
A defesa de Margareth sustenta que o problema começou porque o joalheiro não quis emitir nota fiscal para evitar impostos, o que teria levado os dois a optarem pela consignação. O programa Fantástico, da TV Globo, teve acesso a áudios que contradizem parte dessa versão. Em uma das gravações, a socialite aparece dizendo:
“Marcelo, manda as minhas consignações hoje, tá? Eu tô cansando de pedir pra você.”
Scaff relata que, após a viagem à Itália, Margareth passou a questionar o valor das peças. Ele diz ainda que substituiu a nota de consignação por uma nota fiscal de venda, prática comum quando o cliente decide efetivar a compra.
“Ela foi informada de que, quando chegasse da Itália, teríamos um prazo de 99 dias para lançar a nota fiscal de venda no valor correto”,
afirma o joalheiro.
A cobrança, no entanto, transformou o negócio em uma batalha judicial. Margareth reagiu acusando o joalheiro de ter entregue joias falsificadas e garantiu que só faria o pagamento após a troca das peças — algo que, segundo Marcelo Scaff, jamais aconteceu.
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