Atos Golpistas: defesa de Mauro Cid pede homologação da delação premiada: “Cumpre sua parte”
Advogados do ex-ajudante de Ordens afasta participação na trama golpista liderada por Bolsonaro: “Não tem provas”
A defesa do ex-ajudante de Ordens da Presidência da República, Mauro Cid, e delator no processo dos atos golpistas, pediu, nesta terça-feira (2/9), que a delação premiada feita por ele seja, de fato, homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Mauro Cid é a principal testemunha no processo onde o ex-presidente Jair Bolsonaro é réu por tentativa de golpe de Estado. Os advogados de Cid enfatizaram que o Tenente-Coronel não teve participação na trama liderada por Bolsonaro e foi, ao contrário, um “agente passivo”.
“Nós não temos material, nós não temos provas para além disso. Mas nós temos um acordo de colaboração premiada. Isso, o eminente relator (Alexandre de Moraes) afirmou está em vigência. O Mauro Cid cumpre a sua parte e nós pedimos, apenas, que seja chancelado”, solicitou Cézar Roberto Bitencourt, advogado de Mauro Cid.
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O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro ocorre no âmbito da investigação conduzida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pela Polícia Federal (PF), que apura a suposta tentativa de invalidar o resultado das eleições presidenciais de 2022. Bolsonaro e aliados são investigados por possíveis articulações para impedir a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Paulo Gonet, pede 43 anos de prisão a Jair Bolsonaro.
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