Após polêmica na Record, Carol Lekker desiste da TV e volta para a Espanha “Vou fazer podcast”, diz Garotinho ao ser questionado sobre os próximos 4 anos Ex acusa cantor sertanejo de agressões, ameaça de morte e dívida de R$ 800 mil em seu nome Após anunciar término com Arthur Aguiar, Jheny Santucci se arrepende e apaga publicação
Após polêmica na Record, Carol Lekker desiste da TV e volta para a Espanha “Vou fazer podcast”, diz Garotinho ao ser questionado sobre os próximos 4 anos Ex acusa cantor sertanejo de agressões, ameaça de morte e dívida de R$ 800 mil em seu nome Após anunciar término com Arthur Aguiar, Jheny Santucci se arrepende e apaga publicação

Novo Código Civil pode empoderar casamentos homoafetivos no Brasil, diz especialista

Em tramitação no Senado, proposta pretende atualizar o Código Civil de 2002

Whatsapp telegram facebook twitter

          Em tramitação no Senado, o Projeto de Lei 4/2025, apelidado de “Novo Código Civil”, pretende apresentar uma atualização a legislação brasileira em uma série de temas sensíveis do direito civil, como casamento e composição familiar. Ao portal LeoDias, o especialista em direito civil Victor Cozendey, advogado da TT&Co., avalia que o projeto poderá ser um verdadeiro salto em relação à segurança legal dos casais e famílias homoafetivas no Brasil.

          “O Novo Código Civil pode representar um verdadeiro salto de segurança, previsão e modernização para as mais diversas realidades de configurações de famílias existentes, em atenção a modernidade de nosso tempo presente. [O projeto] pauta-se no espelhamento de nossa sociedade, oferecendo maior segurança jurídica e autonomia aos arranjos familiares”, defende o jurista.

          Veja as fotos

          Reprodução
          Brunna Gonçalves, Ludmilla e filha, ZuriReprodução
          Reprodução/AgNews
          Yasmin Santos e Maria VentureReprodução/AgNews
          Reprodução: Instagram/Lucas Guimarães
          Casados, Lucas e Carlinhos Maia são influenciadores digitaisReprodução: Instagram/Lucas Guimarães
          reprodução
          reprodução
          Defensoria Pública do Amazonas/Divulgação
          Defensoria Pública do Amazonas/Divulgação
          Reprodução/Agência Brasil
          Reprodução/Agência Brasil

          Entre os pontos do projeto, o que mais diz respeito em relação aos casais homoafetivos é a troca da expressão “homem e mulher” por “duas pessoas” ao definir casamento e união estável. Para Cozendey, essa simples mudança pode trazer mais simplicidade e segurança para os casais que desejam legitimar a união na Justiça.

          Atualmente, o reconhecimento legal do casamento civil, ou união estável, entre pessoas do mesmo sexo são reconhecidos no Brasil apenas através do entendimento por decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e não por uma lei específica no Código Civil.

          “Isso significa que, embora os direitos existam, eles dependem de uma interpretação jurídica, necessitando de decisões judiciais para suprir lacunas e/ou omissões deixadas pela lei. A simplicidade se dará com a previsibilidade de uniões que já existem, mas conferindo expressamente sua previsão em lei, bem como trazendo maior segurança jurídica no reconhecimento e na ampliação do conceito de família”, explica.

          Com isso, o advogado conclui que, embora outros campos possam ser revistos, o Projeto traz importantes atualizações “no que tange ao direito das minorias, em especial, no que toca a identidade de gênero; sobretudo, nos direitos das pessoas homoafetivas”.

          Reprodução assistida

          Outro ponto do projeto que dialoga, mas diz muito além das famílias homoafetivas, são os novos entendimentos sobre a prática da reprodução assistida no Brasil – seja no que diz em respeito à manipulação de gametas (espermatozoides e óvulos) ou de embriões para facilitar a fecundação e a implantação no útero (fertilização in vitro).

          O especialista acrescenta, ainda, que apesar das críticas de que isso pudesse, por exemplo, regularizar as “barrigas de aluguel”, o intuito é na verdade dar um respaldo legislativo a questões que, hoje, são decididas apenas por normas técnicas e que, novamente, dependem de entendimento judicial.

          “O Novo Código Civil incumbe-se de legislar sobre a temática ao abordar situações em que o uso da técnica médica para manipulação de espermatozoides e embriões em laboratório será permitido. Atualmente, tais questões são ditadas por meio de resolução do Conselho Federal de Medicina, gerando lacuna legislativa a respeito do caso”, alerta.

          Fique por dentro!

          Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga @leodias no Instagram.

          Agora também estamos no WhatsApp! Clique aqui e receba todas as notícias e conteúdos exclusivos em primeira mão.

          Whatsapp telegram facebook twitter