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Campeã mundial de paracanoagem promove projeto social voltado ao esporte no DF

Andréa Pontes e o Projeto UNA Parque buscam a integração por meio do esporte

O esporte é algo natural para Andréa Pontes, atleta de alto rendimento na paracanoagem, onde foi campeã mundial. Aliás, pelo paradesporto, ela e seu time iniciaram o UNA (Unidade Nacional de Acessibilidade), desenvolvendo o UNA Parque, primeiro parque totalmente inclusivo do Brasil que hoje faz a diferença na vida de milhares de pessoas, despertando o espírito de solidariedade.

Andréa é presidente do UNA e junto a sua equipe está à frente de diversos projetos, como o Canal UNA no YouTube, Paracanoagem Brasília, um time de paracanoagem de alto rendimento e as Rotas de Acessibilidade, parceria entre UNA, Sec. de Turismo do DF e EMBRATUR, em que a ONG mostra aos turistas estrangeiros trajetos e pontos turísticos acessíveis do Distrito Federal.

Fazendo a diferença

A atleta campeã mundial de paracanoagem contou um pouco sobre o projeto. Andréa lançou o projeto junto a seu grupo em 2014, mesmo ano em que foi campeã brasileira e sul-americana na modalidade. Hoje, ela vê com orgulho onde o UNA chegou:

“O UNA Parque foi pensado com o objetivo de disponibilizar atividades esportivas, gratuitas, para pessoas com deficiência com o propósito de promover a inclusão social. A ideia é que tenhamos em um mesmo ambiente pessoas com e sem deficiência, todas convivendo e se divertindo juntas através do esporte adaptado”, declarou.

O projeto, que é desenvolvido no Estacionamento 10 do Parque da Cidade, tem um modelo diferente de atuação, englobando vários esportes: “A UNA funciona por temporadas, a última temporada teve a duração de 10 meses e atendemos em torno de 3 mil pessoas. As inscrições podem ser feitas através do site www.unaparque.com.br ou no local, desde que haja vaga disponível”, trouxe Andréa, que completou falando sobre todos os esportes disponíveis:

“Oferecemos em torno de 9 atividades diferentes: canoagem, SUP, tiro com arco, tênis de mesa, yoga, aulas de horta, taqball, mergulho e escalada”.

“Gratificante”

Quando perguntada sobre o dia a dia com os participantes do projeto, Andréa declarou ser “gratificante” como o projeto tem tido um retorno importante para as pessoas com e sem deficiência:

“É muito gratificante ver famílias que possuem ou não como membro uma pessoa com deficiência participando do projeto. É um local em que o sorriso flui fácil. Todos torcem juntos e a alegria do pessoal é contagiante. É muito bacana ver as crianças com e sem deficiência interagindo no mesmo ambiente, umas ajudando as outras e convivendo em um espaço livre de todo e qualquer tipo de preconceito”, disse.  

Balanço de 2023 e expectativa para 2024

Com o projeto em alta e sua carreira decolando, além das Paralimpíadas à vista, Andréa encerrou fazendo um balanço sobre 2023 e a expectativa para este ano:

“O ano de 2023 foi mágico pra mim, pois consegui realizar meu sonho de ser Campeã Mundial de Paracanoagem. Já havia batido na trave em algumas oportunidades, mas até então nunca tinha conseguido ficar entre as 3 primeiras colocadas, então esse ano vai ficar pra sempre gravado na minha alma.”

“Tenho certeza de que essa passagem pelo ParaPan foi só uma amostra do que vem pela frente. O Brasil vai arrasar nas Paralimpíadas e vai trazer muitas conquistas e alegrias para todo povo brasileiro.  Vai ser superação pura!”, completou.
 

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