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Dona de casa é condenada por envolvimento em golpe contra o cantor Daniel

A conta da mulher foi usada para receber o dinheiro da equipe do cantor

A Justiça de São Paulo condenou uma dona de casa, identificada como Ana Carolina, por envolvimento em golpe de “falso show”, aplicado contra o cantor Daniel. Os golpistas alegaram ter depositado um valor errado na conta do artista, que supostamente seria para contratar o show, e fizeram a equipe do cantor “devolver” parte do valor errado na conta da dona de casa.

O golpe foi em novembro de 2015. Uma outra pessoa envolvida, identificada como Bruno Falcão, procurou a equipe do cantor para contratá-lo para um show na cidade de Rondonópolis, no Mato Grosso. O show seria em dezembro para 1.500 pessoas e foi cobrado pela equipe do cantor o valor de R$230 mil. Os valores seriam pagos mediante três depósitos (R$70 mil, R$45 mil e R$115 mil).

No dia 10 de novembro, Bruno foi a uma agência em Ribeirão Preto (SP) e apenas simulou ter feito um depósito de R$98.980 por meio de um envelope lacrado na conta indicada pela equipe de Daniel. Na manhã seguinte, ele contatou o setor financeiro do cantor alegando que havia depositado um valor a mais, por engano, de R$ 28.980

Induzindo o funcionário de Daniel ao erro, o golpista conseguiu a “devolução”. Porém, o envelope que Bruno depositou, a equipe descobriu depois, estava vazio, ou seja, não havia valor para ser devolvido porque ele nunca foi dado.

Momentos depois, alguém desconfiou que se tratava de um golpe e acionou o banco para bloquear a transferência. Os golpistas, no entanto, já haviam conseguido sacar R$1050 do valor dado pelo financeiro do artista.

A polícia não conseguiu achar Bruno, mas descobriu que a conta bancária utilizada no golpe, onde foi depositado o valor de R$28.980, pertencia à dona de casa Ana Carolina. Ela foi denunciada por crime de estelionato pelo Ministério Público e, no dia 1º de abril deste ano, condenada a uma pena de 1 ano e seis meses de prisão em regime aberto.

Para a Justiça, a dona de casa se diz inocente. Afirmou que não tinha conhecimento do golpe e apenas emprestou sua conta bancária a uma pessoa que lhe havia procurado pelas redes sociais com a promessa de que poderia ficar com 10% dos valores movimentados.

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