Ao vivo
Pai debocha de filha com paralisia e é acusado de maus-tratos: “Largar em orfanato” Ex-cunhada de Safadão acusa mãe do cantor de ameaça e ela rebate: “Tudo mentira”
Pai debocha de filha com paralisia e é acusado de maus-tratos: “Largar em orfanato” Ex-cunhada de Safadão acusa mãe do cantor de ameaça e ela rebate: “Tudo mentira”
portal Leo Dias 1 ano
vaidebet

Mulher-Maravilha: conheça Ju Ferraz, sócia, empresária, CEO e nome por trás do camarote mais disputado do Rio

Empresária revolucionou o Camarote N1 no Carnaval, que no ano passado trouxe até Giselle Bündchen e neste ano pretende faturar R$ 30 milhões

Hoje sócia nos negócios da Holding Clube, entre as maiores agências do país em marketing e comunicação, Ju Ferraz se tornou com o tempo uma das principais vozes femininas do campo empresarial . Responsável também pela revolução do Camarote N1 no Carnaval, que no ano passado trouxe até Giselle Bündchen e neste ano pretende faturar R$ 30 milhões, a empresária de sucesso ganhou reconhecimento no mercado por montar as listas mais exclusivas, tanto no Carnaval quanto nos maiores festivais do Brasil. 

Ju Ferraz foi desafiada pela vida ao longo dos 26 anos de construção de sua carreira. Em meio a uma série de adversidades, ela alcançou o topo dentre as maiores referências da área.

“Meu maior arrependimento foi ter tratado, por muito tempo, meu trabalho como a única coisa importante. Mas, ao mesmo tempo, meu maior acerto foi ter tido cuidado com minhas relações e me encontrado comigo mesma”, contou a baiana radicada em São Paulo há mais de 20 anos, ao Globo. 

Ela conquistou cargos em diversos veículos de comunicação, emplacou projetos inéditos e implementou um novo olhar sobre a maneira de conectar eventos a grandes marcas. 

Ju Ferraz também reforça constantemente a importância de termos maior representatividade em uma época tão cultural para o Brasil, como é o Carnaval. “Queria ser uma mulher que tivesse voz, que fosse reconhecida nos veículos de comunicação com o meu trabalho. E esse sonho começou quando abri a revista Capricho e vi Nizan Guanaes, na frente da DM9, contando como era um baiano fazer sucesso em São Paulo. Naquela época, não tínhamos representatividade”, disse ela numa de suas recentes entrevistas para a Marie Claire. 

Dois anos após entrar para a equipe da Holding Clube, a convite do fundador José Victor Oliva, a empresária se tornou sócia e diretora de relações públicas da empresa que, segundo a Forbes Brasil, hoje tem um rendimento que gira em torno de R$ 350 milhões por ano e emprega 230 funcionários. 

O início de tudo 

A Outros500 marcou seu início no mundo dos eventos após ser chamada por Maria Falcão. “Eu saía à noite com um fotógrafo para as festas, fazendo fotos sociais. Depois fui para outro site, Michelle Marie, que era inspirado no Glamurama. Estava construindo espaços na época em que todos os meus amigos só pensavam em curtir, Carnaval e ensaios da Timbalada.”

10 anos de Gramurama
 

Na empresa que revolucionou o entretenimento sobre famosos e sobre a noite, Ju Ferraz diz que foi onde mais conseguiu fazer networking. “Comecei como assistente de Joyce Pascowitch, depois coordenadora comercial e aí virei gestora e marketing. Só que, em 2010, com a crise no mercado editorial por causa da chegada das blogueiras, tudo mudou. Foi quando me convidaram para ser diretora comercial de uma empresa de cenografia. Mesmo não sabendo nada da área, topei o desafio.”

Na fase mais recente, Ju criou o B.O.D.Y., evento para mulheres discutirem autoestima, corpo livre e empreendedorismo, que nasceu a partir de uma vontade de materializar e minimizar os traumas que sofreu para outras mulheres. “Ele nasceu das minhas dores, angústias e incertezas. Dos milhões de “nãos” que ouvi para chegar até aqui”, disse ela, que também informa que, principalmente, o papel do B.O.D.Y. é de desconstruir padrões, mas também de educação.

Veja as fotos

Flora Negri
Flora Negri
Leca Novo
Leca Novo
Tags: