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Mãe de Isabella Nardoni se revolta com rotina de Jatobá em regime aberto: “É vida de preso?”

Ana Carolina Oliveira se indignou com a vida que Jatobá está tendo nos últimos meses

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A mãe de Isabella Nardoni, Ana Carolina Oliveira, está indignada com as recentes liberações da Justiça de São Paulo quanto a Anna Carolina Jatobá, condenada pela morte da criança em 2008. A criminosa está cumprindo a pena em regime aberto e foi autorizada nos últimos meses a prestigiar o filho de 19 anos na formatura, passar férias com todos os filhos e ser madrinha de um casamento. 

“Eu não tenho como não expressar minha indignação por tudo que estou passando novamente. Eu sabia que essa hora iria chegar, mas a gente nunca espera que seja tão rápido”, desabafou Ana ao O Globo. Ela se relacionou com Alexandre Nardoni por três anos, até o nascimento da pequena em 2002. O casal se separou quando a filha tinha 11 meses.

A bancária continua sua lamentação ao afirmar que é revoltante que a esposa de Alexandre esteja pagando a pena tendo os mesmos direitos de cidadãos que nunca comentarem nenhum crime. Ela comentou o fato da concessão da Justiça de SP em autorizar que Jatobá fosse a formatura do filho: “Minha filha também estaria se formando se estivesse viva. Mas eles me tiraram o direito de estar ao lado dela, vê-la crescer e ter uma profissão.”

Mas a indignação de uma mãe que perdeu a filha não para por aí. Outro ponto que a deixou extremamente revoltada foi a visita da condenada por matar sua filha ao túmulo da menina, o que aconteceu na última quinta-feira (29/2). Jatobá estava acompanhada dos dois filhos, e foi homenagear Isabella, três dias após a data que seria aniversário de 22 anos da filha da bancária.

“Ela teve a capacidade e a falta de vergonha na cara de visitar o túmulo da minha filha. Como assim? Isso é uma provocação de extremo mau gosto. O cúmulo da falta de respeito com a Isabella e comigo. Isso afeta a memória da minha filha e as lembranças que tenho dela. O cemitério é um espaço público. Qualquer pessoa pode visitar o túmulo da minha filha, ela não precisaria da minha permissão. Mas esperava que essa mulher tivesse o mínimo de bom senso e nunca fosse até lá. Mas como esperar bom senso de uma pessoa que teve a capacidade de cometer um crime desses?”, questionou.

Jatobá esteve no cemitério Parque de Pinheiros para o funeral da sogra, Maria Aparecida Alves Nardoni, de 67 anos. No fim, usando roupas preta e máscara de proteção, ela e os filhos se dirigiram até o túmulo de Isabella e fizeram uma rápida oração. Alexandre Nardoni, que começará a cumprir a pena em regime aberto a partir de abril, conseguiu permissão para comparecer ao enterro. Ele não foi até o túmulo da filha, pois os policiais que fizeram a escolta não autorizaram.

Ana Oliveira revelou o receio de esbarrar com Jatobá em espaços públicos, porque as duas moram perto e tem o costume de irem a locais em comum. No último natal, ambas estiveram no mesmo shopping com apenas uma semana de diferença. “Hoje ela pode ir a shoppings, restaurantes, tem saído para festas, formaturas e conseguindo tudo que quer. Isso é vida de preso? Isso é vida de quem cometeu um crime tão cruel e brutal?”, questiona a mãe de Isabella, destacando que não sabe qual seria a reação desse encontro: “Espero que esse dia nunca aconteça”, desejou.

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