Sites ilegais de bets disparam após proibição do governo Lula Zé Felipe se revolta após influenciador espalhar fake news sobre paternidade da filha Saiu do sigilo! Famosos assumem apoio a Lula e Flávio Bolsonaro após planilha vazar Imagem mostra última vez em que modelo Dandara Couto foi vista antes de desaparecer em SP
Sites ilegais de bets disparam após proibição do governo Lula Zé Felipe se revolta após influenciador espalhar fake news sobre paternidade da filha Saiu do sigilo! Famosos assumem apoio a Lula e Flávio Bolsonaro após planilha vazar Imagem mostra última vez em que modelo Dandara Couto foi vista antes de desaparecer em SP

Justiça condena Meta a pagar indenização milionária por vazamento de dados de brasileiros

As falhas que motivaram a condenação foram graves. Em setembro de 2018, um ataque cibernético comprometeu informações como nomes, e-mails e números de telefone de aproximadamente 15 milhões de usuários

Whatsapp telegram facebook twitter

          A Justiça de Minas Gerais condenou a Meta, empresa responsável pelas redes sociais Facebook, Instagram e WhatsApp, a indenizar usuários brasileiros por falhas na segurança que resultaram em vazamentos de dados entre os anos de 2018 e 2019. A decisão determina o pagamento de R$ 40 milhões por danos morais coletivos e uma compensação individual de R$ 10 mil a cada usuário afetado. A empresa ainda pode recorrer da decisão.

          A determinação judicial representa um avanço em relação ao julgamento anterior. Agora, na ausência de prova individualizada de que não houve vazamento daquele usuário, o entendimento é de que houve vazamento. Isso significa que, ao contrário da decisão de primeira instância, não será mais necessário que cada pessoa comprove que foi prejudicada: caberá à Meta identificar quem teve as informações expostas e, caso queira contestar algum pagamento, apresentar provas de que determinado usuário não foi afetado.

          Veja as fotos

          Reprodução
          Meta é a empresa detentora de redes sociais como Instagram, Facebook e WhatsappReprodução
          Mark Zuckerberg - Foto: Reprodução/Instagram
          Mark Zuckerberg - Foto: Reprodução/Instagram
          Foto: Nicolly Vimercate/TechTudo
          Instagram fora do ArFoto: Nicolly Vimercate/TechTudo
          Foto: EFE/EPA/Tasos Katopodis
          Mark Zuckerberg, presidente da Meta PlatformsFoto: EFE/EPA/Tasos Katopodis
          mark zuckerberg ceo da meta durante evento meta connect realizado em setembro de 2024
          Mark Zuckerberg

          O Tribunal analisou duas ações civis públicas ajuizadas pelo Instituto Defesa Coletiva, que apontam múltiplas falhas de segurança nos serviços da empresa. “Como é uma ação coletiva, nada adianta haver o reconhecimento dessa indenização, mas cada consumidor ter que pedir o pagamento individualmente”, afirmou Lilian Salgado, presidente do comitê técnico do Instituto, que moveu a ação contra a gigante da tecnologia.

          O advogado Gabriel de Britto Silva, especialista em direito do consumidor, explica que a responsabilidade pela reparação foi reforçada pela inversão do ônus da prova. “A prova do dano causado pelo vazamento de dados cabe à Meta”, destacou ele.

          As falhas que motivaram a condenação foram graves. Em setembro de 2018, um ataque cibernético comprometeu informações como nomes, e-mails e números de telefone de aproximadamente 15 milhões de usuários. Outros 14 milhões tiveram dados ainda mais sensíveis expostos, como cidade natal, status de relacionamento e religião. Poucos meses depois, em dezembro, outro incidente resultou no vazamento de fotos e imagens privadas de cerca de 6 milhões de pessoas.

          Já a segunda ação menciona uma vulnerabilidade detectada no WhatsApp em maio de 2019. Na ocasião, hackers conseguiram instalar softwares maliciosos que permitiam o acesso remoto a dados armazenados em celulares. A Meta, no entanto, não informou quantos usuários foram impactados.

          Até o momento, a empresa não divulgou uma lista com os nomes dos internautas que tiveram dados comprometidos, nem comprovou ter comunicado as vítimas sobre os incidentes. Em nota enviada à imprensa, a companhia afirmou que “discorda da decisão e que está avaliando suas opções legais”.

          O caso abre um precedente importante para a responsabilização de grandes plataformas digitais que operam no Brasil, especialmente no contexto da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Caso a condenação seja mantida, milhões de usuários ativos nas plataformas durante os períodos dos vazamentos poderão ser compensados, sem a necessidade de ingressar individualmente na Justiça.

          Fique por dentro!

          Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga @leodias no Instagram.

          Agora também estamos no WhatsApp! Clique aqui e receba todas as notícias e conteúdos exclusivos em primeira mão.

          Whatsapp telegram facebook twitter