Veja o que diz a defesa do Vovozona, do “Rancho”, após ele ser preso
Influenciador foi detido em operação que investiga tráfico de armas e de drogas

A assessoria jurídica do influenciador Vovozona, conhecido por sua participação no Rancho do Maia, emitiu uma nota oficial na noite desta quinta-feira (3/4) após a notícia de sua prisão em Alagoas por uma operação que investiga tráfico de drogas e de armas. A advogada afirma que as medidas para a soltura do influencer já estão sendo tomadas.
Leia a nota completa:
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A Assessoria Jurídica de Maxsuwell Celso Rodrigues vem a público esclarecer informações sobre a prisão temporária ocorrida hoje 3/4, diante da veiculação de notícias imprecisas que podem gerar desinformação e interpretações equivocadas.
A prisão temporária é uma medida cautelar de caráter investigativo, prevista na Lei nº 7.960/1989, E NÃO SIGNIFICA CULPA OU CONDENAÇÃO DO INVESTIGADO. Dessa forma, qualquer informação que sugira juízo antecipado sobre os fatos deve ser tratada com responsabilidade, a fim de evitar danos à reputação e à dignidade do envolvido.
Solicitamos aos veículos de comunicação que sigam os princípios éticos do jornalismo, garantindo a divulgação de informações precisas e baseadas em fontes oficiais. Em caso de dúvida, sua causídica se coloca à disposição para esclarecimentos antes da publicação de qualquer notícia, principalmente em respeito à sua esposa que se encontra gestante.
Confiamos na atuação da Justiça e esperamos que o caso seja conduzido com a seriedade e a imparcialidade necessárias, sem que informações equivocadas prejudiquem a imagem de Maxsuwell. Todas os atos necessários para a rápida resolução já estão sendo devidamente realizados.
Prisão do participante do Rancho do Maia
O influenciador Maxsuwell Rodrigues foi preso na manhã desta quinta (3/4) em uma nova etapa da Operação Epílogo pela Polícia de Alagoas, que investiga suspeitos de ligação com o tráfico de drogas e de armas.
Os mandados de prisão foram expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital foram cumpridos em Alagoas, São Paulo, Goiás, Sergipe e Bahia. Ao total foram mais de 32 mandados de prisão e 86 de busca e apreensão.
A investigação durou mais de um ano e teve como foco uma organização criminosa que atuava em diversas cidades alagoanas, especialmente em Penedo, além de Piaçabuçu, Maceió e Arapiraca.
Vovozona e outros suspeitos não podem se ausentar da comarca por mais de oito dias sem autorização do juiz. Devem também comparecer mensalmente em juízo entre os dias 5 e 10, a partir de abril de 2025. Além de estarem proibidos de manter contato com os demais investigados.
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