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Gilmar Mendes critica voto de Fux no julgamento de Bolsonaro: “Prenhe de incoerências”

O ministro criticou o colega durante evento em São Paulo e destacou que Luiz Fux foi “incoerente”

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        O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou o voto do colega, ministro Luiz Fux, durante o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Primeira Turma da Corte.

        Fux foi o único que divergiu das acusações da Procuradoria-Geral da República e do relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, e votou para absolver todos os réus das acusações.

        Veja as fotos

        Crédito: Divulgação Supremo Tribunal Federal
        Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal FederalCrédito: Divulgação Supremo Tribunal Federal
        Crédito: Divulgação Supremo Tribunal Federal
        Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal FederalCrédito: Divulgação Supremo Tribunal Federal
        Reprodução: Instagram/AASP
        Gilmar Mendes é decano do STF, o ministro mais antigo em exercícioReprodução: Instagram/AASP
        Reprodução: TV Justiça
        Ministro do STF, Gilmar MendesReprodução: TV Justiça

        Nesta segunda-feira (15/9), quando participava em São Paulo de um evento do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), Gilmar Mendes afirmou que o voto de Fux “estava prenhe (cheio) de incoerências”.

        “Ao meu ver, se não houve golpe, não deveria ter havido condenação. Condenar o Cid e o Braga Netto e deixar todos os demais de foram parece uma contradição nos próprios termos”, disse Gilmar Mendes.

        Na semana anterior, a Primeira Turma do STF condenou Jair Bolsonaro e mais sete réus no processo que apurou os atos golpistas. O ex-presidente, por exemplo, pegou 27 anos e três meses de prisão. Mauro Cid, o delator no processo também foi condenado, mas se valeu da delação premiada e vai cumprir apenas dois anos e em regime aberto.

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