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Tarifas de Trump podem pesar no bolso dos brasileiros. Entenda os impactos

O movimento faz parte da estratégia de Trump para cumprir promessas de campanha e fomentar a produção nacional

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          A nova rodada de tarifas anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, promete chacoalhar o comércio internacional e pode atingir diretamente o consumidor brasileiro. Com a justificativa de equiparar as alíquotas enfrentadas pelos produtos norte-americanos em outros países, a Casa Branca anunciou uma cobrança de 10% sobre itens importados do Brasil. A medida, batizada de “tarifaço global”, entra em vigor nesta sexta-feira (5/4), às 1h01 (horário de Brasília). As informações são do portal Metrópoles.

          O movimento faz parte da estratégia de Trump para cumprir promessas de campanha e fomentar a produção nacional. O pacote foi apresentado com pompa como o “Dia da Libertação”, em referência à suposta libertação econômica em relação a importações consideradas excessivas.

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          Washington Post/Reprodução
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          Apesar de ser a menor alíquota entre as definidas — o Brasil foi afetado com uma tarifa linear de 10%, a mais baixa —, os efeitos podem ser significativos para a economia nacional. Especialistas apontam possíveis reflexos no preço de diversos produtos e até na inflação.

          Possíveis impactos para o consumidor

          Segundo o economista Marcos Hanna, ouvido pelo portal Metrópoles, os efeitos do tarifaço podem ser sentidos rapidamente nas prateleiras. Itens como eletrônicos, eletrodomésticos e medicamentos tendem a ficar mais caros. “Além dos produtos diretamente importados, podemos ver um aumento generalizado da inflação, pois as cadeias produtivas também serão afetadas”, destaca.

          Um dos fatores que pode amplificar esse impacto é a oscilação cambial. A valorização do dólar frente ao real — movimento comum diante de incertezas comerciais — tende a encarecer ainda mais os produtos importados. “Se houver impacto no mercado de câmbio, a alta de preços pode ir além dos produtos tarifados e afetar diversos setores da economia”, alerta Hanna.

          O professor de economia Maurício Takahashi, ouvido pelo Metrópoles, também vê risco de aumento no custo de vida. Ele chama a atenção para o setor de alimentos, que pode sofrer com a elevação dos preços de commodities dolarizadas. “Produtos como trigo, carne bovina e óleo de soja, cujos preços são atrelados ao dólar, podem sofrer aumentos. Além disso, setores que dependem de insumos estrangeiros podem repassar esses custos ao consumidor”, explica.

          As novas tarifas podem ainda interferir na dinâmica das empresas brasileiras. Enquanto alguns setores exportadores avaliam reduzir contratações diante de custos crescentes, outras companhias veem na medida uma chance de expansão. A redução da concorrência externa pode favorecer negócios que consigam adaptar suas cadeias de suprimento.

          “Esse tipo de mudança pode abrir oportunidades inesperadas para empresas que conseguirem adaptar suas cadeias produtivas”, aponta Takahashi.

          Reação do governo brasileiro

          O governo brasileiro contestou a decisão norte-americana e afirmou que a cobrança adicional “não reflete a realidade”. Entre as alternativas analisadas em Brasília está a abertura de um painel na Organização Mundial do Comércio (OMC), além da aplicação do recém-aprovado Projeto de Lei da Reciprocidade Econômica. O texto permite ao Brasil retaliar comercialmente países que adotem barreiras ao comércio nacional.

          Apesar da autorização legal, o tom oficial foi de cautela. Na última quinta-feira (3/4), o vice-presidente Geraldo Alckmin afastou a hipótese de resposta imediata: “Descartou retaliações pelo Projeto de Lei da Reciprocidade”, sinalizando que o Brasil não pretende engrossar uma eventual guerra comercial com os Estados Unidos.

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