Sites ilegais de bets disparam após proibição do governo Lula Zé Felipe se revolta após influenciador espalhar fake news sobre paternidade da filha Saiu do sigilo! Famosos assumem apoio a Lula e Flávio Bolsonaro após planilha vazar Imagem mostra última vez em que modelo Dandara Couto foi vista antes de desaparecer em SP
Sites ilegais de bets disparam após proibição do governo Lula Zé Felipe se revolta após influenciador espalhar fake news sobre paternidade da filha Saiu do sigilo! Famosos assumem apoio a Lula e Flávio Bolsonaro após planilha vazar Imagem mostra última vez em que modelo Dandara Couto foi vista antes de desaparecer em SP

Fux defende reflexão jurídica sobre a sociedade, mas alerta contra decisões fundadas em popularidade

Ministro do STF diz que legitimidade das decisões judiciais depende da confiança pública

Whatsapp telegram facebook twitter

          Durante palestra na “Fenalaw 2025”, evento jurídico realizado em São Paulo nesta sexta-feira (24/10), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux afirmou que o Judiciário precisa se manter próximo do sentimento constitucional do povo para que suas decisões sejam legitimadas democraticamente.

          Segundo o magistrado, a independência dos juízes “existe em favor do povo”: “O Judiciário deve contas à sociedade, porque todo poder emana do povo e em prol do povo é que se exerce as funções públicas”, afirmou.

          Veja as fotos

          Reprodução: Instagram/@fenalaw_oficial
          Luiz Fux na Fenalaw 2025Reprodução: Instagram/@fenalaw_oficial
          Reprodução: Instagram/@fenalaw_oficial
          Luiz Fux na Fenalaw 2025Reprodução: Instagram/@fenalaw_oficial
          Reprodução: YouTube/TV Justiça
          Luiz FuxReprodução: YouTube/TV Justiça
          Foto: Fellipe Sampaio/SCO/STF
          Ministro Luiz Fux, do STFFoto: Fellipe Sampaio/SCO/STF
          Crédito: Reprodução STF
          Supremo Tribunal Federal (STF)Crédito: Reprodução STF

          Fux destacou que julgar exige sensibilidade e não pode ser tarefa apenas técnica. “Sentença vem de sentido, vem de sentimento. Máquinas não têm sentimento, então é impossível que se possa delegar a uma máquina uma manifestação de sentimento humano”, disse.

          O ministro comentou ainda sobre o avanço da Inteligência Artificial no sistema judicial, elogiando o uso de ferramentas que agilizam processos, mas advertiu que o direito não pode ser “automatizado”: “A Justiça deve ser caridosa, uma caridade justa, que é um mínimo de misericórdia no coração de um homem. Nós estamos decidindo o destino das pessoas”, afirmou, em tom decisivo.

          Sem citar casos específicos, Fux defendeu que a jurisprudência precisa tratar todos com igualdade. Ele ainda lamentou que, muitas vezes, o Supremo adote soluções diferentes para casos semelhantes e reforçou que os tribunais vivem “da confiança legítima que o povo deposita no Poder Judiciário”.

          A fala de Fux ocorreu poucos dias depois de ele deixar a Primeira Turma do STF, responsável pelos julgamentos da chamada trama golpista envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, e ser transferido para a Segunda Turma.

          Na antiga composição, o ministro foi o único a votar pela absolvição de Bolsonaro, argumentando que a função do juiz é “ter firmeza para condenar e humildade para absolver quando há dúvida”. O voto isolado rendeu críticas de setores jurídicos e políticos, que ele rebateu dizendo que parte da reação teve “rasgo de militância política”.

          A mudança de colegiado foi autorizada pelo presidente do STF, Edson Fachin, após o pedido de Fux. Ele agora integra a turma composta por Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Nunes Marques e André Mendonça.

          Fique por dentro!

          Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga @leodias no Instagram.

          Agora também estamos no WhatsApp! Clique aqui e receba todas as notícias e conteúdos exclusivos em primeira mão.

          Whatsapp telegram facebook twitter